# Associação Cultura Cidade e Arte > Site direcionado às mulheres ## Posts - [Mulheres de Goiás: Autonomia Feminina em Foco](https://culturacidadeearte.org/mulheres-de-goias-autonomia-feminina-em-foco/): Mulheres de Goiás estão promovendo uma revolução silenciosa em busca de autonomia e transformação. Organizadas em coletivos, elas promovem diálogos sobre o significado atual de ser mulher. Numa live especial, a Associação Cultura, Cidade e Arte (ACCA) reuniu mulheres para debater questões essenciais como misoginia internalizada, importância da sororidade e a centralidade do corpo feminino nas lutas contemporâneas. Esses encontros abertos ajudam a desmistificar preconceitos e a construir ambientes mais respeitosos e igualitários. Compartilhando vivências e ações práticas, essas mulheres desafiam estereótipos e fortalecem redes de solidariedade. Por meio de oficinas, rodas de conversa e grupos de apoio, as participantes encontram espaços seguros para expor suas preocupações e expectativas. Descubra como a troca de saberes e experiências pode gerar transformações significativas na vida das mulheres e na sociedade como um todo. Participe, conecte-se a iniciativas locais e faça parte desse movimento que está mudando a realidade de muitas mulheres. Não perca essa oportunidade: sua voz é essencial para ampliar esse impacto positivo. Junte-se agora e contribua para uma mudança necessária, onde cada mulher conta. - [8M: Reflexão e Ação - Troca de Saberes e a Luta pela Autonomia Feminina](https://culturacidadeearte.org/8m-reflexao-e-acao-troca-de-saberes-e-a-luta-pela-autonomia-feminina/): O 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, marca a luta histórica por igualdade, direitos e autonomia feminina. Com o objetivo de resgatar seu sentido político original, a ACCA (Associação Cultura, Cidade e Arte) promove a campanha “Autonomia Feminina: Da Consciência à Ação”, convidando a sociedade a refletir e agir por mudanças concretas. Um dos destaques da campanha é a live “Troca de Saberes: Cultivando Afetos e Tecendo Autonomia”, que acontece no dia 13 de março, às 19h, no canal da ACCA no YouTube. Este encontro reúne convidadas especiais para debater temas essenciais como a força dos saberes femininos, o corpo como território de decisão, sororidade e redes de apoio. Participam do evento: Iarle Sousa Ferreira: Professora de Filosofia do IFG e militante feminista. Rosângela Soares Campos: Professora de Educação Física do IFG, pesquisa empoderamento feminino por meio do esporte. Flávia de Almeida Pinheiro: Professora de Matemática do IFG, com atuação em apoio a mulheres em vulnerabilidade. Mediação: Márcia Pelá. O projeto “Troca de Saberes entre Mulheres”, coordenado por Iarle Ferreira, une conhecimentos acadêmicos e populares, fortalecendo diálogos e estratégias coletivas no combate à violência misógina e pela transformação social. - [Desmistificando o 8M: Autonomia, Lutas Feministas e Conquistas no Brasil](https://culturacidadeearte.org/desmistificando-o-8m-autonomia-lutas-feministas-e-conquistas-no-brasil/): Esta matéria explora o legado histórico do 8 de Março, partindo das ideias revolucionárias de Clara Zetkin até as conquistas contemporâneas do feminismo. Ao recuperar o verdadeiro sentido do Dia Internacional da Mulher, o texto questiona sua atual mercantilização e sugere a autonomia feminina como um eixo central das lutas atuais. Apresentando conquistas legislativas brasileiras recentes e destacando a importância do engajamento nas redes sociais, a matéria mostra que o 8M ainda é um poderoso convite à ação coletiva pela transformação social. A proposta é refletir sobre a contribuição de cada pessoa para um futuro mais justo e igualitário. Nesse contexto, a ACCA (Associação Cultura, Cidade e Arte) convida o público a participar da campanha “Autonomia Feminina: Da Consciência à Ação”, entre 5 e 13 de março, fortalecendo redes de apoio e diálogo sobre questões essenciais como direitos políticos, decisões sobre o corpo, autonomia profissional e combate à violência contra a mulher. A campanha reforça o compromisso social da data, destacando que o 8 de Março é um chamado permanente para construção conjunta de uma sociedade mais equitativa, inclusiva e livre de opressões. - [Autonomia feminina: desafios, solidariedade e conquistas](https://culturacidadeearte.org/autonomia-feminina-desafios-solidariedade-e-conquistas/): Você já pensou em como a misoginia pode se manifestar internamente, afetando nossa autoestima e a forma como enxergamos outras mulheres? Essa pergunta, lançada em uma live recente promovida pela Associação Cultura, Cidade e Arte (ACCA), vai ao cerne de um obstáculo muitas vezes invisível à autonomia feminina: a misoginia internalizada. Em pleno século XXI, mulheres avançam em diversos espaços, mas ainda enfrentam barreiras profundas – algumas explícitas, outras silenciosas. Quase metade das mulheres em países em desenvolvimento, por exemplo, ainda tem negado o direito de decidir sobre o próprio corpo em questões como sexo e contracepção. No Brasil e no mundo, a luta pela autonomia feminina ganha novas formas e urgência, seja nas conversas sobre ódio silencioso contra si mesmas, seja no combate à violência digital ou na conquista de espaços na arte e na cultura. As iniciativas da ACCA refletem esse contexto social atual, conectando conhecimento, ativismo e inspiração para fortalecer a voz e a autonomia das mulheres. - [Conexão África-Brasil: Leis de Incentivo Cultural - Histórias e Perspectivas para o Futuro](https://culturacidadeearte.org/conexao-africa-brasil-leis-de-incentivo-cultural-historias-e-perspectivas-para-o-futuro/): Conexão África-Brasil: Leis de Incentivo Cultural - Histórias e Perspectivas para o Futuro A terceira edição do Conexão África-Brasil: Leis de Incentivo Cultural, idealizado por Gustavo Brito, abordará o tema "Festivais e Acessibilidade" no dia 22 de fevereiro de 2025. O evento online, via Zoom, contará com a participação de Thiago Moura (ator e organizador do festival Na Ponta do Nariz) e Renata Ghizzi (atriz e pesquisadora em inclusão e acessibilidade), promovendo um diálogo entre Brasil e África sobre o impacto das leis de incentivo cultural na produção artística, explorando como essas políticas públicas podem fortalecer a cena cultural africana. As edições anteriores contaram com a participação de Iury Ercolani (gestor de cultura), Fernanda Pimenta (artista e produtora cultural) e Flávio Batista (pesquisador da GESF-UFG), que discutiram a aplicação das leis brasileiras em contextos africanos e a importância de estruturas legais de apoio à produção artística. Junte-se a nós nesta discussão sobre como as leis de incentivo podem transformar festivais e criar espaços artísticos mais inclusivos! - [MISOGINIA INTERIORIZADA: COMO RECONHECER E SUPERAR](https://culturacidadeearte.org/misoginia-interiorizada-como-reconhecer-e-superar/): ACCA PROMOVE LIVE “MISOGINIA INTERIORIZADA” NO DIA 19 DE FEVEREIRO A ACCA (Associação Cultura Cidade e Arte) convida todas e todos para debater um tema essencial: a misoginia interiorizada e como ela influencia a maneira como as mulheres enxergam a si mesmas e umas às outras. A live acontece no dia 19 de fevereiro, às 19h, com transmissão pelo canal do YouTube Cultura Cidade e Arte. Corte o Ódio, Conecte Igualdade O evento integra a campanha “Corte o Ódio, Conecte Igualdade”, inserida no projeto Mulheres Conectadas Contra a Violência Digital. O propósito é sensibilizar a sociedade sobre as raízes do ódio silencioso direcionado às mulheres e promover um ambiente digital mais empático e livre de preconceitos. - [Desafio de Ação: 7 Dias Sem Ódio – Uma Ação Urgente Contra a Misoginia Digital](https://culturacidadeearte.org/desafio-de-acao-7-dias-sem-odio-uma-acao-urgente-contra-a-misoginia-digital/): Entre os dias 27 de janeiro e 02 de fevereiro, a Associação Cultura Cidade e Arte (ACCA) realizou o desafio “7 Dias Sem Ódio”, uma ação urgente para combater a misoginia digital e promover a igualdade nas redes sociais. Essa mobilização foi além do virtual e transformou-se numa importante plataforma de resistência política, destacando a urgência de enfrentar coletivamente o discurso de ódio que afeta especialmente mulheres na internet. A iniciativa incentivou denúncias, conscientização e solidariedade feminina, oferecendo ferramentas práticas para aumentar a segurança digital e combater ataques virtuais. O desafio tornou visível como o ambiente online pode refletir e reforçar desigualdades presentes na sociedade, demonstrando que a luta contra a misoginia digital é uma tarefa coletiva e necessária. Ao promover o diálogo, conscientizar usuários e estimular a formação de redes de apoio, o movimento destacou que é possível criar ambientes mais seguros, inclusivos e justos. O “7 Dias Sem Ódio” foi, assim, um convite à reflexão e uma convocação para ações concretas, mostrando que cada pessoa pode contribuir ativamente para a transformação social e digital, fortalecendo uma cultura de respeito e equidade no cotidiano virtual e fora dele. - [Desafio de Ação: 7 Dias Sem Ódio](https://culturacidadeearte.org/desafio-de-acao-7-dias-sem-odio/): Você sabia que, de acordo com um relatório da Plan International, 58% das meninas e mulheres jovens já sofreram algum tipo de assédio ou violência online? E no Brasil, pesquisas do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que cerca de 70% das mulheres que utilizam a internet já foram vítimas ou testemunharam comportamentos misóginos nas redes. Esses números mostram a urgência de unirmos forças para combater a violência de gênero no ambiente virtual. Para enfrentar esse cenário, a Associação Cultura Cidade e Arte (ACCA) apresenta o Desafio de Ação: 7 Dias Sem Ódio, uma iniciativa integrada à campanha “Corte o Ódio, Conecte Igualdade”! - [ACCA lança o tutorial Corte o Ódio, Conecte Igualdade: estratégias de ação e resistência contra a misoginia digital](https://culturacidadeearte.org/acca-lanca-o-tutorial-corte-o-odio-conecte-igualdade-estrategias-de-acao-e-resistencia-contra-a-misoginia-digital/): Você, mulher, já sentiu sua voz silenciada ou sofreu ataques ao se expressar nas redes sociais? A misoginia digital é uma realidade que não podemos ignorar, nem precisamos enfrentar isoladamente. Em resposta a essa situação, a Associação Cultura Cidade e Arte (ACCA) apresenta o guia “Corte o Ódio, Conecte Igualdade”, trazendo estratégias práticas para proteção, resistência e transformação do ambiente virtual. Produzido especialmente para mulheres que vivenciam violência e discursos de ódio online, o guia oferece ferramentas claras e eficazes para denunciar abusos, fortalecer redes de apoio e aumentar a segurança pessoal nas plataformas digitais. Ao incentivar ações coletivas, a ACCA reforça que, juntas, podemos criar um espaço online mais respeitoso, seguro e igualitário para todas. O material traz orientações concretas para lidar com ataques virtuais, dicas sobre segurança digital, além de estimular a formação de redes femininas de resistência e acolhimento. Através da conscientização e do engajamento, o guia demonstra que o enfrentamento à misoginia digital é uma tarefa coletiva e necessária. Conheça o guia e faça parte dessa rede de mulheres engajadas na construção de um ambiente online livre de violência, onde cada voz feminina seja ouvida e valorizada. - [ACCA apresenta campanha Mulheres Conectadas contra a Violência Digital](https://culturacidadeearte.org/acca-apresenta-campanha-mulheres-conectadas-contra-a-violencia-digital/): Ação inclui atividades nas redes sociais, uma pesquisa sobre a relação das mulheres com o mundo digital e seus direitos, além de uma live sobre o tema, em 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher - [Vinheta de abertura da 2ª temporada da Websérie RevelaArtes: mulheres em cena](https://culturacidadeearte.org/vinheta-de-abertura-da-2a-temporada-da-webserie-revelaartes-mulheres-em-cena/): Jéssica Hander, Mar Dias Rosa e Thaise Monteiro , artistas goianas e vencedoras do I Prêmio RevelaArtes: mulheres e Cena, abrilhantam a vinheta de abertura da 2ª temporada da Websérie RevelaArtes: mulheres em cena. - [Resultado da Votação Popular](https://culturacidadeearte.org/resultado-da-votacao-popular/): Confira o resultado da votação popular o I Prêmio RevelArtes: mulheres em cena! - [Conheça as juradas do I Prêmio RevelArtes: Mulheres em Cena](https://culturacidadeearte.org/conheca-as-juradas-do-i-premio-revelartes-mulheres-em-cena/) - [Prêmio RevelArtes promove mulheres artistas goianas](https://culturacidadeearte.org/premio-revelartes-promove-mulheres-artistas-goianas/): Com o objetivo de valorizar e promover a produção artística feminina no estado de Goiás, a primeira edição do Prêmio Revelartes: mulheres em cena abre inscrições na próxima segunda-feira (20/05). - [Bastidores das gravações do episódio 1 do RevelArtes](https://culturacidadeearte.org/bastidores-das-gravacoes-do-episodio-1-do-revelartes/): Confira os bastidores das gravações do primeiro episódio do RevelArtes: Mulheres em Cena. Em "Os bailados das mulheres negras de Goiânia". - [Bastidores das gravações do episódio 2 do RevelArtes](https://culturacidadeearte.org/bastidores-das-gravacoes-do-episodio-2-do-revelartes/): Confira Bastidores das gravações do segundo episódio do RevelArtes: Mulheres em Cena. Em "Mulheres da periferia de Aparecida de Goiânia. - [Bastidores das gravações do Episódio 3 do RevelArtes](https://culturacidadeearte.org/bastidores-das-gravacoes-do-episodio-3-do-revelartes/): Confira os bastidores das gravações do Episódio 3 do RevelArtes: Mulheres da zona rural de Pirenópolis, com Carla Costa, artista de teatro, cantora, representante do Maracatu. - [Lugar de Mulher: Ciência e Sindicalismo com Geovana Reis | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/do-estudio-ao-blog-lugar-de-mulher-ciencia-sindicalismo-geovana-reis/): Lugar de Mulher: Ciência e Sindicalismo com Geovana Reis | ACCA Do Estúdio ao Blog • Ciência, Sindicalismo e Autonomia • ACCA Lugar de Mulher: Ciência e Sindicalismo Com Geovana Reis, professora, pesquisadora e presidenta do Adufg-Sindicato, falamos de universidade, luta coletiva e da autonomia de ocupar espaços de poder que nunca foram reservados às mulheres. Convidada: Geovana Reis Série: Autonomia Feminina 02 de agosto de 2026 Geovana Reis durante a gravação do programa Autonomia Feminina, ACCA. Por que a universidade é assunto de autonomia As universidades brasileiras têm maioria de mulheres na docência, mas os cargos de poder seguem ocupados […] - [Mulheres Vivas em Goiás não podem esperar a Alvorada Feminista e a urgência de aprovar o PL da Misoginia por Maianí Gontijo | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/mulheres-vivas-em-goias-nao-podem-esperar-a-alvorada-feminista-e-a-urgencia-de-aprovar-o-pl-da-misoginia-por-maiani-gontijo-cronicas-feministas/): Crônica de Maianí Gontijo sobre a Alvorada Feminista em Goiânia e a urgência de aprovar o PL 896/2023, o PL da Misoginia, diante do avanço do feminicídio no estado. - [Coragem e Política nas Imagens e Palavras com Jota Aguiar | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/do-estudio-ao-blog-coragem-politica-imagens-palavras-j-aguiar/): Coragem e Política nas Imagens e Palavras com Jota Aguiar | ACCA Do Estúdio ao Blog • Comunicação, Memória e Autonomia • ACCA Coragem e Política nas Imagens e Palavras Com a fotojornalista Jota Aguiar, falamos da comunicação como ato político, da arte que nasce da dor e da autonomia de ocupar espaços que insistem em barrar as mulheres. Convidada: Jota Aguiar Série: Autonomia Feminina 26 de julho de 2026 Jota Aguiar durante a gravação do programa Autonomia Feminina, ACCA. Comunicar não é neutro No Brasil, 58% dos jornalistas são mulheres, mas só 21% chegam à chefia; 73% já sofreram violência […] - [Cada cor é uma trincheira por Alice Xavier | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/cada-cor-e-uma-trincheira-cronicas-feministas/): Quando dizem que votar e existir não é para nós, a resposta vem em traço e cor. Alice Xavier escreve sobre a arte como recusa ao silêncio e trincheira coletiva. - [Arte Preta, Educação e Corporalidade com Gil Tobias | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/do-estudio-ao-blog-arte-preta-educacao-corporalidade-gil-tobias/): Atriz, educadora e coordenadora do coletivo Ominira, Gil Tobias faz da ancestralidade um ato de memória e transformação. Uma conversa sobre arte preta, letramento racial e a força de quem cria novos mundos. - [O Silêncio por Damiana Pereira de Sousa| Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/o-silencio-cronicas-feministas/): Damiana Pereira de Sousa escreve sobre o silêncio diante da violência contra meninas indígenas e o desejo de vida que grita nele. Leia Crônica na integra - [Além das Barreiras: Coragem que Transforma com Neide Nascimento Silva|Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/do-estudio-ao-blog-alem-das-barreiras-neide-nascimento-silva/): Enfermeira que acompanhou o nascimento do SUS e criou cinco filhas, Neide Nascimento Silva se fez mulher enquanto Goiânia se fazia cidade. Uma conversa sobre coragem, cuidado e educação como caminhos de autonomia. Leia a matéria comple - [10 minutos de silêncio por Ana Carolina de Oliveira Marques | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/10-minutos-de-silencio-por-ana-carolina-de-oliveira-marques-cronicas-feministas/): O brasileiro passa mais de 5 horas por dia na tela. Somos o país mais deprimido da América Latina. E aí, senhora escola? Ana Carolina de Oliveira Marques escreve sobre tecnologia, sofrimento e a ação mais inteligente que viu numa escola nos últimos 5 anos. Vem ler a crônica completa. - [Saberes Feministas: Ciência no Território com Daysi Caetano | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/saberes-feministas-daisy-caetano/): Do Estúdio ao Blog: a comida sempre foi um ato político. A geógrafa feminista Daisy Caetano fala de agroecologia, alimento sem veneno e de como o feminismo muda a própria ciência. Alimentar-se é resistir, ensinar é libertar. Vem ler a matéria completa. - [Filha das Pedras, do Barro e do Rio Vermelho por Carolina Gomes de Jesus|Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/filha-das-pedras-barro-rio-vermelho-cronicas-feministas/): Sou filha das pedras, do barro e do Rio Vermelho. Na nova Crônica Feminista, Carolina Gomes de Jesus escreve sobre nascer mulher negra na Cidade de Goiás — entre a memória do rio, a resistência indígena silenciada e a herança de Cora Coralina e Leodegária de Jesus. Leia a crônica inteira no site da ACCA👇 - [O Corpo que Poetiza, a Arte que Transforma com Thaíse Monteiro|Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/o-corpo-que-poetiza-thaise-monteiro/): Tem mulher que se faz inteira na poesia, no palco, no riso. A multiartista Thaíse Monteiro conta como vive da arte apesar da precarização e por que viver da arte também é um ato de justiça social. Vem ler a matéria completa. - [A Voz que Rasga o Véu por Rosa Gonçalves | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/a-voz-que-rasga-o-veu-por-rosa-goncalves-cronicas-feministas/): Quando o poder tentou apagá-las, elas encontraram umas às outras. A escritora feminista Rosa Gonçalves fala sobre silenciamento, militância e a voz que rasga o véu. Leia a crônica completa. - [Tambor de Mulher, Força de Mestra com a mestra Geovanna Castro|Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/tambor-de-mulher-geovanna-castro/): Tem mulher que se faz no couro do tambor. A mestra Geovanna Castro fala de ancestralidade, do agir que confronta e da autonomia que só acontece em rede. Vem ler a matéria completa. - [Onde foi parar o amanhã? por Ana Saragossa|Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/onde-foi-parar-o-amanha-por-ana-saragossacronicas-feministas/): A escritora Ana Saragossa sobre nostalgia, aceleração e a tristeza silenciosa de perceber que a infância acreditava em progresso enquanto o mundo negociava tudo em nome do capital. Leia a crônica completa. - [Ser Raiz, Ser Mulher com Thainá Janaína | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/ser-raiz-ser-mulher-com-thaina-janaina-do-estudio-ao-blog/): Ela enfrentou racismo, apagamentos e desafios, mas escolheu continuar de pé. Conheça a história de Thainá Janaína e descubra como ancestralidade, arte e educação se tornaram ferramentas de resistência e autonomia feminina no novo Do Estúdio ao Blog da ACCA. - [Marlinda: a mulher que guardava universidades no avental por Aline Marques| Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/marlinda-universidades-no-avental-cronicas-feministas/): Crônica de Aline de Fátima Marques sobre Marlinda, mulher trabalhadora que enfrenta a sobrecarga doméstica e insiste no direito de estudar, sonhar e pertencer a si mesma. - [Masculinidade: Desejo e Violência com Henrique Lopes | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/masculinidade-desejo-e-violencia-henrique-lopes/): Henrique Lopes analisa desejo, pulsão e violência na masculinidade. Um debate sobre reconhecer o ódio para não agir por ele — no Autonomia Feminina (ACCA). - [Da mitologia grega ao litoral norte de São Paulo: a mulher que o mar não levou por Alexandre Machado Rosa | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/mito-ilhabela-forca-da-mulher/): O que explica o improvável? Alexandre Machado Rosa lê o resgate de Bruna Damaris em Ilhabela pela linguagem do mito, destino e força da mulher, entre ciência, mar e sobrevivência. Leia a matéria completa no site da ACCA - [Palhaça, Corpo Político com Dalila Rodrigues (Mundiquinha) |Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/palhaca-corpo-politico-dalila-rodrigues/): O riso como ato político: Dalila (Mundiquinha) fala de palhaçaria feminina, circo social, maternidade e autonomia no Autonomia Feminina (ACCA). - [O que fica quando o mês vira por Márcia Pelá| Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/o-que-fica-quando-o-mes-vira/): Uma crônica feminista sobre mães, cuidado, saudade, violência econômica e a renda como condição para que mulheres possam escolher, sair e recomeçar. - [Macho em Xeque: O Caminho Além do Ódio com Luciano Montalvão | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/macho-em-xeque-luciano-montalvao/): O psicólogo e pesquisador Luciano Montalvão debate masculinidade hegemônica, machosfera, misoginia e saúde mental masculina no programa ACCA Autonomia Feminina. A conversa reflete sobre violência de gênero, vulnerabilidade emocional, redes sociais e os impactos do patriarcado na vida dos homens, das mulheres e da sociedade. - [As Sombras dos Aviões por Ana Saragosa | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/as-sombras-dos-avioes/): Uma crônica intensa de Ana Saragossa sobre medo, memória e sobrevivência em Aragarças, atravessada pelas sombras dos aviões e pelas marcas silenciosas da violência histórica. - [MODA CIRCULAR: Território de Mulher com Thais Moreira | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/moda-circular-territorio-de-mulher-thais-moreira/): Conheça a trajetória de Thaís Moreira no ACCA Autonomia Feminina e como a moda circular, os brechós e a ocupação das cidades fortalecem a autonomia feminina, a sustentabilidade e a economia circular. - [Quando o mundo chama de “atípico” aquilo que só precisava ser acolhido!|Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/quando-o-mundo-chama-de-atipico/): Existe uma violência silenciosa em tudo aquilo que a sociedade insiste em chamar de “normal”. Nesta crônica-poesia, Lorena Clavery escreve sobre maternidade atípica, cuidado, saúde mental e a urgência de redes de apoio para mães que vivem tentando sobreviver em meio à sobrecarga e ao abandono estrutural do cuidado. - [Luz no escuro: Arte de Ser Mulher com Izabela Nascente | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/luz-no-escuro-izabela-nascente/): Uma conversa profunda sobre arte, autonomia feminina, educação, teatro e resistência através da trajetória de Izabela Nascente e da Cia No Escuro, referência em teatro de formas animadas em Goiás. - [Uma crônica para as mães que o Dia das Mães não comporta | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/o-que-o-calendario-nao-diz-dia-das-maes/): Mais de 11 milhões de mães solo sustentam seus filhos sem rede de apoio. Mães atípicas enfrentam um sistema que as abandona. E 1.568 mulheres foram assassinadas em 2025 — a maioria delas, mães. Nesse Dia das Mães, a ACCA recusa a celebração vazia e nomeia o que o calendário não diz. - [Tempo de Mulher: Arte que Transforma com Ana Abraão | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/tempo-de-mulher-ana-abraao-arte-que-transforma/): Ana Abraão é a prova de que a autonomia não tem idade nem ponto de partida fixo. Ao longo de décadas, atravessou cidades, desafios e reinvenções até transformar sua sensibilidade artística em criação e sustento. No programa ACCA Autonomia Feminina, sua história revela como a arte pode surgir da observação, da coragem e da necessidade de viver com sentido. Após enfrentar um grave problema de saúde que afetou sua visão, Ana transforma a experiência em potência criativa e dá origem à coleção Superação, um marco de sua trajetória. Sua fala inspira mulheres a reconhecerem seus talentos, valorizarem seus saberes e iniciarem seus próprios caminhos, independentemente do momento da vida. - [Fique Viva! | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/fique-viva-mulheres-indigenas-resistencia/): A partir da música “Fique Viva”, Damiana articula a realidade das mulheres indígenas no Brasil, revelando a violência estrutural que atravessa seus corpos e territórios. A crônica destaca a arte como ferramenta de resistência e sobrevivência diante de um cenário de apagamento e negação de direitos. - [Escrevivência: Ação e Voz Jovem com Alessandra de Siqueira | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/escrevivencia-juventude-alessandra-alcantara/): Alessandra Alcântara é uma jovem escritora que transforma dor, luto e vivências em literatura potente. Sua escrita, marcada pela escrevivência, revela como a palavra pode ser espaço de existência, cura e autonomia feminina. No ACCA Autonomia Feminina, sua trajetória mostra que escrever não é apenas criar: é ocupar, resistir e se afirmar no mundo. - [O reencontro com o rato de Clarice e a Guernica de Picasso | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/o-reencontro-com-o-rato-de-clarice-e-a-guernica-de-picasso-cronicas-feministas/): Nesta crônica, Ana Carolina de Oliveira Marques parte de uma cena comum — uma ida ao hortifruti — para mostrar como discursos autoritários seguem presentes em espaços banais da vida social. A partir de referências como Clarice Lispector e Guernica, o texto articula memória política, Geografia e direitos humanos. - [Força Feminina: artesã do Circo Social com Seluta Rodrigues | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/forca-feminina-circo-social/): O episódio “Força Feminina: Artesã do Circo Social” apresenta a trajetória de Celuta Rodrigues, educadora e artista com mais de 30 anos de atuação no circo social em Goiânia. A conversa revela como a arte circense se torna ferramenta de transformação social, fortalecendo crianças em situação de vulnerabilidade, suas famílias — majoritariamente chefiadas por mulheres — e redes comunitárias. A partir de princípios da escuta, da pedagogia crítica e do trabalho coletivo, o circo social promove autonomia, cidadania, autoestima e proteção contra violências. O conteúdo também destaca os desafios de financiamento, gestão e continuidade de projetos culturais, além de apontar caminhos práticos para coletivos e organizações que desejam atuar com arte e educação em seus territórios. - [o finário das coisas vivas é o murmúrio por aleana | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/o-finario-das-coisas-vivas-e-o-murmurio/): Uma crônica sensível e poética sobre o tempo, o corpo e os silêncios que atravessam gerações de mulheres, revelando histórias que resistem mesmo quando não são ditas. - [Sem Voz Feminista, não há democracia com Alessandra Minadakis | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/sem-voz-feminista-nao-ha-democracia-alessandra-minadakis/): A jurista Alessandra Minadakis reflete sobre a importância da participação ativa das mulheres para a construção de uma democracia real. A partir de sua trajetória no campo jurídico, ela discute como o direito pode tanto reproduzir desigualdades quanto se tornar ferramenta de transformação social. Ao abordar experiências pessoais com violência de gênero, destaca a complexidade dessas vivências e a importância das redes de apoio. Sua atuação política e institucional reforça que a democracia se constrói coletivamente, com escuta, enfrentamento e presença feminina nos espaços de poder. - [A gente pode sonhar para existir por Márcia Pelá | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/a-gente-pode-sonhar-para-existir/): Uma crônica sobre esgotamento, ruptura e a possibilidade de reconstruir a própria vida com autonomia, mesmo depois de décadas dedicadas a uma carreira. - [Construir Caminhos, Produzir Cultura com Patrícia Vieira | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/https-culturacidadeearte-org-wp-content-uploads-2025-09-patricia-vieira-e1775486228478-jpg/): Patrícia Vieira, produtora cultural com mais de 20 anos de atuação, compartilha sua trajetória no programa ACCA Autonomia Feminina, abordando produção cultural, feminismo, bastidores da arte e construção de projetos socioculturais. - [Somos todas rosas por Rosilene Gonçalves | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/somos-todas-rosas/): “Somos Todas Rosas” é uma crônica que aborda a força feminina a partir da resistência cotidiana, da coletividade e do cuidado. Entre histórias de luta, organização social e acolhimento, o texto revela como mulheres seguem florescendo mesmo em contextos adversos, transformando dor em potência e silêncio em voz. - [A Música é Uma Mulher Preta com Nina Soldera | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/nina-soldera-musica-mulher-preta-autonomia-feminina/): Com mais de trinta anos de trajetória artística, Nina Soldera compartilha sua experiência na música, no teatro e na produção cultural, refletindo sobre arte negra, militância e autonomia feminina no programa Autonomia Feminina da ACCA. - [1568 mulheres que não voltaram por Márcia Pelá | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/1568-mulheres-que-nao-voltaram/): A partir do dado de 1.568 mulheres assassinadas em 2025, o texto transforma números em denúncia. A crônica expõe padrões do feminicídio no Brasil, como a violência dentro de casa e a falha das medidas protetivas, evidenciando a ausência de políticas públicas eficazes. Mais do que informar, o texto convoca à reflexão e à urgência de proteção real às mulheres. - [Mulher: Ponte de Vozes com Teresa Cristina Costa | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/mulher-ponte-de-vozes-com-teresa-cristina-costa-do-estudio-ao-blog/): No programa Autonomia Feminina da ACCA, a jornalista Teresa Cristina Costa fala sobre sua trajetória na comunicação, os desafios enfrentados por mulheres no jornalismo e a importância das redes de apoio para fortalecer a autonomia feminina. - [Entre Cicatrizes e Recomeços por Cleide Neves | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/entre-cicatrizes-e-recomecos-por-cleide-neves-cronicas-feministas/): Uma reflexão sensível sobre as marcas invisíveis que mulheres carregam e a potência silenciosa de recomeçar. Entre dor, resistência e reconstrução, a crônica revela a coragem cotidiana de seguir existindo. - [Potência Preta: Arte & Ação com Jéssika Hannder | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/jessica-hander-arte-afroempreendedorismo-autonomia/): A artista e pesquisadora Jéssica Hander compartilha sua trajetória no campo das artes e do empreendedorismo cultural. No programa Autonomia Feminina da ACCA, ela reflete sobre arte, identidade racial, afroempreendedorismo e os caminhos de autonomia para mulheres negras no cenário cultural brasileiro. - [A mitologia do patriarcado por Alexandre Machado | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/a-mitologia-do-patriarcado/): Nesta crônica ensaística, Alexandre Machado Rosa analisa a mitologia grega como estrutura simbólica do patriarcado. A partir de figuras como Zeus, Afrodite e Ariadne, o texto revela como o poder masculino foi narrado, legitimado e naturalizado desde as origens do imaginário ocidental, convidando o leitor a transformar leitura em responsabilidade histórica. - [Mãe Solo: Inteira, Intensa e Imensa com Michelle D'Oliveira | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/mae-solo-inteira-intensa-e-imensa-com-michelle-doliveira-do-estudio-ao-blog/): O artigo reúne reflexões sobre maternidade solo no Brasil a partir da participação de Michelle D' Oliveira no programa Autonomia Feminina da ACCA. A conversa aborda desafios sociais, saúde mental, autoconhecimento, desigualdade de gênero e a importância de redes de apoio para mulheres que criam seus filhos sozinhas. O texto também discute a necessidade de desromantizar a maternidade e ampliar políticas públicas voltadas às mães solo. - [Os cabelos de Alzenira por Aline Marques | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/os-cabelos-de-alzenira/): “Os cabelos de Alzenira” é uma crônica de Aline de Fátima Marques sobre violência doméstica, manipulação, silêncio e resistência. Ao narrar a trajetória de uma mulher marcada por agressões desde a infância até a vida adulta, o texto revela como o patriarcado se sustenta não apenas em atos individuais de violência, mas em estruturas sociais que ensinam as mulheres a suportar. Publicada em 8 de março, a crônica transforma memória em posicionamento e afirma a resistência como gesto político. - [O amor antes de sábado por Eguimar Felício | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/o-amor-antes-de-sabado/): Nesta crônica, Eguimar Felício Chaveiro narra a história de uma família atravessada pelo feminicídio da filha e reflete sobre como a violência contra mulheres está enraizada na formação histórica e cultural do Brasil. Entre amor, perda e memória, o texto interroga as origens estruturais do patriarcado e da brutalidade social, propondo que o desafio contemporâneo é fazer o amor existir depois da tragédia. - [Menopausa sem tabu: envelhecer é conquista com Dra. Caroline (Carol) dos Anjos | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/menopausa-sem-tabu-envelhecer-e-conquista/): Uma conversa sobre climatério e menopausa com a Dra. Caroline (Carol) dos Anjos: sintomas, reposição hormonal, libido, saúde mental e autonomia. - [A quem pertence o corpo das mulheres? Por Weigma Michely da Silva | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/a-quem-pertence-o-corpo-das-mulheres/): Uma crônica-denúncia sobre como o corpo das mulheres é tratado como território disponível — e como o cuidado, a palavra e a denúncia podem romper a naturalização do feminicídio. - [Maternidade sem Culpa e Autonomia Feminina com Rafaela Paula Marciano | Do Estúdio ao Blog - ACCA](https://culturacidadeearte.org/maternidade-sem-culpa-autonomia-feminina/): Conversa com Rafaela Paula Marciano no programa Autonomia Feminina, abordando a romantização da maternidade, a culpa estrutural, a sobrecarga emocional, as desigualdades sociais, a violência obstétrica e o direito ao autocuidado. A reflexão propõe compreender a maternidade como questão coletiva, de saúde pública e de autonomia feminina. - [O fim das coisas dói por Ottair | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/o-fim-das-coisas-doi/): Crônica de Ottair sobre o fim das coisas, o tempo e a promessa de renascer entre um término e outro. - [Quando a Narrativa Vira Violência](https://culturacidadeearte.org/violencia-vicaria-narrativa-violencia-itumbiara/): Uma mãe perdeu dois filhos e, mesmo em luto, virou alvo de perseguição e culpabilização pública. Esta nota denuncia a lógica patriarcal que tenta transformar a vítima em ré, nomeia a violência vicária e cobra responsabilidade ética da imprensa, da cultura e das plataformas digitais - [Mulheres nascem duas vezes por Jade Klaser | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/mulheres-nascem-duas-vezes/): Crônica feminista de Jade Klaser sobre mulheres que escolhem o próprio caminho, autonomia feminina e ruptura com o patriarcado. - [Corpo Livre, Mulher Viva por Renata Silva | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/autonomia-feminina-atraves-do-movimento/): O artigo discute o movimento como prática de autonomia feminina, saúde emocional e pertencimento ao próprio corpo. A partir da experiência de Renata Silva, personal trainer e doula, o texto aborda exercício físico sem culpa, sem padrões e como instrumento de liberdade e reconexão com o corpo em todas as fases da vida da mulher. - [As mulheres que ficam quando o território não permite descanso por Jéssica Piani | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/mulheres-territorio-memoria-descanso/): Nesta crônica, Jéssica Piani escreve a partir do Setor Rosa dos Ventos para refletir sobre território, memória e as mulheres que sustentam a vida onde o descanso nunca foi garantido. O texto atravessa luto, violência estrutural, cuidado e permanência feminina como formas políticas de existir. Ao narrar experiências familiares e coletivas, a crônica revela como a ausência do Estado, a morte administrada e a sobrecarga imposta às mulheres desenham geografias da dor — e também da resistência. Crônicas Feministas é a coluna da ACCA dedicada à escrita de mulheres sobre corpo, território e autonomia. - [Corpos Vivos: Nutrição e Saúde Feminina por Laiza Carvalho | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/nutricao-saude-feminina/): Neste artigo, refletimos sobre os efeitos da alimentação industrializada na saúde das mulheres, abordando a relação entre nutrição, hormônios, ansiedade, sono, inflamação e autonomia. A partir da conversa com a nutricionista Laiza Carvalho, o texto apresenta a comida como gesto político, cuidado de si e ferramenta de liberdade. - [Consciência de colmeia por Tarsilla Couto | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/cronica-feminista-consciencia-de-colmeia/): Em “Consciência de colmeia”, Tarsilla Couto de Brito escreve sobre raiva, adoecimento, violência e submissão feminina, construindo um texto potente sobre a experiência coletiva das mulheres e a recusa à docilidade imposta. - [Saúde Mental das Mulheres 60+ com Rosely Cecílio | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/saude-mental-mulheres-60/): O Brasil está envelhecendo e as mulheres são maioria entre a população idosa. Neste episódio do Autonomia Feminina, conversamos com a psicogerontóloga Rosely Vieira Cecílio sobre saúde mental, etarismo, envelhecimento ativo e autonomia feminina na maturidade. Um conteúdo essencial para refletir sobre políticas públicas, cuidado emocional e direitos das mulheres 60+. - [As transgressões das mulheres: corpo, território e autonomia por Márcia Pelá | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/transgressoes-mulheres-autonomia-cidade/): Nesta crônica, Márcia Pelá escreve a cidade desde o corpo das mulheres. A partir da experiência cotidiana de caminhar, evitar, calcular e permanecer, o texto revela como o sexismo se materializa no espaço urbano por meio de rotinas, medos e limites invisíveis. Ao mesmo tempo, aponta a presença feminina como rasgadura: gesto político que reconfigura território, cria brechas e reinventa formas de existir. Crônicas Feministas é um espaço editorial da ACCA para pensar corpo, cultura e autonomia a partir das mulheres. - [Autoestima e Imagem Corporal por Sabrina Dantas](https://culturacidadeearte.org/autoestima-e-imagem-corporal-por-sabrina-dantas/): Como construir autoestima sem terceirizar o corpo? Neste artigo, Dra. Sabrina Dantas fala sobre imagem corporal, práticas científicas de cuidado acessíveis, estética como saúde pública e autonomia feminina. - [Corpos fabricados, autonomias em disputa: violência digital no cotidiano por Adila Eugênia Brindel | Crônicas Feministas](https://culturacidadeearte.org/corpos-fabricados-violencia-digital/): Corpos fabricados, autonomias em disputa: violência digital no cotidiano | Crônicas Feministas | ACCA Crônicas Feministas · ACCA Ádila Eugenia Brindel adilaeugenia.geo@gmail.com Corpos fabricados, autonomias em disputa: violência digital no cotidiano 08 de janeiro de 2026 • Crônicas Feministas • ACCA — Associação Cultura, Cidade e Arte Há violências que se anunciam como “novidade tecnológica”, mas operam como rotina. E a rotina, quando normaliza a violação, reorganiza o corpo, o tempo e o silêncio. Há dados que ferem. Um deles insiste em retornar: o Grok está gerando cerca de uma imagem sexualizada não consensual por minuto. Tento repetir a frase em […] - [Luto Perinatal: a dor precisa ser ouvida com Jéssica Piani | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/luto-perinatal-reconhecer-acolher-nomear-a-dor/): Nesta edição do Do Estúdio ao Blog, a ACCA transforma em texto a conversa com Jéssica Piani, mãe de João Vicente, sobre luto perinatal, saúde mental e autonomia feminina. A matéria revela como a perda gestacional e neonatal ainda é socialmente invisibilizada e atravessada por culpa, silêncio e violência simbólica. A partir da experiência no Hospital Maternidade Dona Íris, Jéssica narra a criação da Certidão do Amor Eterno, o papel fundamental do SUS no acolhimento psicológico e a importância de reconhecer o luto como direito. Nomear a dor, aqui, é ato político e caminho de cuidado. - [Saúde Mental da Mulher e Autonomia Feminina com Kellen Lima | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/saude-mental-da-mulher-sobrecarga-autonomia/): A saúde mental da mulher segue atravessada por sobrecarga, silenciamento e exigências históricas de cuidado. Nesta edição do Do Estúdio ao Blog, a psicoterapeuta e contoterapeuta Kellen Lima analisa como jornadas triplas, desconexão do corpo e medo da autonomia impactam profundamente a vida emocional das mulheres. A partir de sua trajetória clínica e de uma leitura feminista do cuidado, a conversa aborda adoecimento psíquico, contoterapia, coletividade e caminhos práticos para reconexão, autonomia emocional e transformação cotidiana. - [Autonomia não é força. É chão.](https://culturacidadeearte.org/autonomia-feminina-nao-e-forca/): Este texto sustenta a Plataforma Autonomia Feminina. Ele parte da ideia de que autonomia não é força individual, mas condição coletiva. Ao deslocar a culpa do indivíduo para a estrutura, o texto organiza o pensamento para que a autonomia não seja vivida como cobrança. - [Autonomia, Maternidade Atípica e o SUS com Vânia Vieira | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/autonomia-maternidade-atipica-sus-vania-vieira/): Nesta edição do Do Estúdio ao Blog, a ACCA transforma os episódios do Autonomia Feminina em um relato potente sobre maternidade atípica, cuidado público e autonomia. Vânia Vieira compartilha sua experiência como mãe de uma criança diagnosticada com TOD e TDD, os desafios do julgamento social e o papel decisivo do CAPSi no acolhimento da família. A matéria evidencia o SUS como direito, não favor, e mostra como redes de cuidado, informação e políticas públicas de saúde mental são fundamentais para garantir dignidade, autonomia feminina e o direito das crianças a uma vida plena. - [Rosa Parks: O Poder do Não com Raphaella Gomes | Do Estúdio ao Blog](https://culturacidadeearte.org/rosa-parks-o-poder-do-nao-raphaella-gomes/): Nesta edição do Do Estúdio ao Blog, a ACCA transforma os episódios 25 e 26 do programa Autonomia Feminina em uma reflexão aprofundada sobre o legado de Rosa Parks. Em diálogo com Raphaella Gomes, pesquisadora do Coletivo Rosa Parks (UFG), a matéria discute o “não” como gesto político, estratégia de resistência negra e prática de autonomia feminina. A partir da história do boicote aos ônibus de Montgomery, o texto conecta memória, pesquisa acadêmica e luta contemporânea contra o racismo, o sexismo e o epistemicídio, afirmando a dignidade como escolha ética e coletiva. - [Às Mulheres. Ao Tempo. Ao Futuro.](https://culturacidadeearte.org/carta-manifesto-da-acca-as-mulheres-ao-tempo-ao-futuro/): Uma carta-manifesto da ACCA escrita para romper o silêncio e reafirmar o compromisso com a autonomia feminina. Em um país marcado por feminicídio e violência cotidiana, a carta recusa a naturalização da dor e convoca redes de apoio, justiça racial e responsabilidade coletiva. Um texto para ler devagar, como documento de memória, resistência e futuro, e para lembrar que autonomia não é conceito: é prática diária, em rede, com corpo presente e voz firme. - [Do Estúdio ao Blog:A Cidade Como Projeto de Exclusão com Karla Hora](https://culturacidadeearte.org/do-estudio-ao-bloga-cidade-como-projeto-de-exclusao-com-karla-hora/): No projeto Do Estúdio ao Blog, Karla Hora — arquiteta, professora e militante — discute o direito à cidade como questão feminista e de justiça social. Entre racismo ambiental, mobilidade do cuidado e territórios do bem viver, ela revela como o urbanismo patriarcal estrutura desigualdades e como as mulheres, especialmente nas periferias, recriam espaços de dignidade e liberdade. A ACCA reafirma: transformar a cidade é transformar a vida. Leia a matéria completa no site. - [Da invisibilidade ao recomeço: a travessia de Léo Motta](https://culturacidadeearte.org/populacao-em-situacao-de-rua-leo-mota/): A história de Léo Mota desmonta um dos maiores mitos do nosso tempo: ninguém vive nas ruas porque quer. Neste episódio do Autonomia Feminina — Vozes que Giram o Mundo, a trajetória de um ex-morador de rua revela que a rua é violação de direitos, não escolha individual. Entre luto, dependência química, violência e reconstrução, Léo transformou a palavra em denúncia, cuidado e ação coletiva. Sua história nos lembra: sem estrutura, não há mérito — e ninguém se salva sozinho. ▶ Assista ao episódio completo https://www.youtube.com/live/uN722FX1uc4 - [Do Estúdio ao Blog:A Palavra como Território com Jordânia Bispo](https://culturacidadeearte.org/a-palavra-como-territorio-jordania-bispo/): Na nova matéria Do Estúdio ao Blog, Jordânia Bispo transforma a comunicação em território político e epistemologia do cuidado. Entre corpo, voz e poder, ela mostra como a fala das mulheres — especialmente das mulheres negras — é um ato de descolonização do silêncio e produção de conhecimento. A ACCA reafirma a palavra como instrumento de emancipação e construção de autonomia coletiva. Leia a matéria completa e fortaleça a voz feminina na comunicação transformadora. - [Mulheres Vivas: Por que o 7 de Dezembro é um Chamado Nacional](https://culturacidadeearte.org/mulheres-vivas-por-que-o-7-de-dezembro-e-um-chamado-nacional/): O país assiste a mulheres feridas, silenciadas e mortas — não por acaso, mas por uma estrutura que insiste em autorizar a violência. O 7 de dezembro surge como um grito coletivo: Mulheres Vivas. É o dia em que o Brasil diz basta. Cada pessoa, instituição e território é chamada a agir. A ACCA participa desse movimento porque acredita que autonomia é proteção, solidariedade é política e nenhuma de nós estará segura até que todas estejamos. - [O realismo mágico apaixonante de Socorro Acioli por Teresa Cristina Costa](https://culturacidadeearte.org/o-realismo-magico-apaixonante-de-socorro-acioli-por-teresa-cristina-costa/): O realismo mágico de Socorro Acioli se destaca pela união entre cultura nordestina, memória coletiva e elementos fantásticos que aprofundam a experiência humana. Suas obras misturam fé, identidade, crítica social e imaginação, criando narrativas marcantes que ampliam o espaço da literatura escrita por mulheres no Brasil. Acioli reafirma o poder da palavra e do encantamento como formas de resistência, preservação cultural e reinvenção do cotidiano. - [Quando a casa não é lar : Autonomia como sobrevivência em um país que falha com suas mulheres](https://culturacidadeearte.org/quando-a-casa-nao-e-lar-autonomia-como-sobrevivencia/): QUANDO A CASA NÃO É LAR Uma carta urgente sobre autonomia e sobrevivência Nos últimos três dias, o Brasil registrou casos de feminicídio que nos lembram brutalmente por que nosso trabalho existe. Uma mãe e 4 filhos mortos. Uma criança de 5 anos se jogando na frente da mãe para salvá-la. Duas mulheres sobrevivendo por pouco. Os dados de setembro são devastadores: - 536 mulheres vítimas de violência letal - 17 casos por dia - 76% dos agressores eram companheiros ou ex A casa, que deveria ser refúgio, virou o lugar mais perigoso para as mulheres brasileiras. Márcia Pelá, presidente da ACCA, escreve sobre por que autonomia não é luxo — é sobrevivência. E por que precisamos construir redes que salvam vidas. 👉 Leia completo no site da ACCA #FimDoFeminicidio #AutonomiaFeminina #ACCA - [Do Estúdio ao Blog : Corpo Feminino em Movimento com Luciana Caetano](https://culturacidadeearte.org/corpo-feminino-em-movimento-luciana-caetano/): Do Estúdio ao Blog transforma a conversa do Autonomia Feminina em um texto que amplia sentidos e contextos. Nesta edição, Luciana Caetano nos guia por um diálogo potente sobre corpo, coragem, saúde mental, racismo e ancestralidade como forças de autonomia. Aqui, entendemos como mulheres, sobretudo mulheres negras, enfrentam o mundo a partir de seus corpos e criam movimentos de liberdade. Um convite para perceber o corpo como território vivo, cura e prática política. - [Por que o 25 de novembro ainda é necessário: e ainda é insuficiente por Jade Klaser](https://culturacidadeearte.org/violencia-contra-mulheres-25-de-novembro/): O Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher revela a urgência de enfrentar estruturas que seguem produzindo desigualdades e mortes. A data lembra o feminicídio político das irmãs Mirabal e expõe como raça, classe, território e gênero moldam diferentes formas de violência. No Brasil, onde um feminicídio ocorre a cada poucas horas, o enfrentamento exige políticas públicas, acolhimento, responsabilização e redes ativas de proteção. A ACCA atua nesse campo, difundindo informação, produzindo conteúdos formativos e fortalecendo comunidades de mulheres que transformam seus territórios com consciência, autonomia e sororidade. - [ILETRADOS E LONGE DOS LIVROS por Teresa Cristina Costa](https://culturacidadeearte.org/queda-do-habito-de-leitura-no-brasil/): Queda do hábito de leitura no Brasil: iletrados e longe dos livros | ACCA ACCA — Educação & Cultura Iletrados e longe dos livros Por Teresa Cristina Costa Esta crônica aborda a queda do hábito de leitura no Brasil e os impactos sociais desse cenário, tema aprofundado a seguir por Teresa Cristina Costa. O Ziraldo, o criador do Menino Maluquinho, dizia que ler é melhor do que estudar. Ele deixava sempre claro a importância do estudo, destacando o que a leitura faz pela vida de todos nós. A leitura é uma fonte inesgotável de aprendizado, melhora a escrita, expande o vocabulário, […] - [Do Estúdio ao Blog: Feminismo como Direitos Humanos com Edwiges Carvalho](https://culturacidadeearte.org/do-estudio-ao-blog-feminismo-como-direitos-humanos/): Nesta matéria do Do Estúdio ao Blog, Edwiges Carvalho Corrêa discute o feminismo como uma pauta central de direitos humanos, destacando que a luta das mulheres sempre foi uma resposta às violações históricas que atravessam corpos, territórios e vidas. A conversa aborda interseccionalidade, participação política, educação e ações práticas no cotidiano, mostrando que a autonomia feminina se constrói com atitudes, memória coletiva e disputa de narrativas. Um convite a compreender o feminismo como prática social e compromisso democrático. - [Dia da Consciência Negra: memória, luta e enfrentamento necessário ao racismo estrutural](https://culturacidadeearte.org/dia-da-consciencia-negra-memoria-luta-resistencia/): O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, tornou-se um marco nacional para destacar a persistência do racismo estrutural no Brasil. Criada pelo movimento negro na década de 1970, a data desloca o foco do 13 de Maio para a resistência de Zumbi dos Palmares e para a luta histórica do povo negro. Em um país onde desigualdades raciais seguem determinando acesso a direitos, oportunidades e segurança, a data reforça que Consciência Negra é ação: enfrentar o racismo estrutural é compromisso diário. O debate amplia-se para políticas públicas, educação e representatividade, reforçando a urgência de enfrentar injustiças históricas que ainda moldam a sociedade brasileira. - [Do Estúdio ao Blog — Celma Grace e Ana Maria: quando bordar é resistir, existir e cooperar](https://culturacidadeearte.org/cooperativa-bordana-bordado-autonomia-feminina/): No Do Estúdio ao Blog, trazemos a transcrição adaptada do episódio do ACCA – Autonomia Feminina com Celma Grace e Ana Maria, da Cooperativa Bordana. A conversa mergulha na força do bordado como forma de resistência, memória e geração de renda para mulheres do Cerrado. Elas revelam como a cooperativa nasceu de dor, coragem e união, e como a autogestão devolveu dignidade, profissão e autonomia a mulheres que antes tiveram seu trabalho invisibilizado. Este episódio mostra que bordar é gesto político, prática coletiva e caminho de transformação. - [O papel dos homens na igualdade de gênero vai além do discurso](https://culturacidadeearte.org/o-papel-dos-homens-na-igualdade-de-genero/): O patriarcado não é natural — é uma construção que aprisiona homens e mulheres. Nesta matéria, a ACCA aborda o papel dos homens na igualdade de gênero a partir das vozes de Luciano Montalvão e Henrique Lopes, que discutem o desarme do ódio, o desejo, o afeto e a responsabilidade coletiva. Reaprender a ser homem significa praticar o cuidado, a escuta e a empatia. A masculinidade cuidadora propõe um novo pacto social, onde o poder se transforma em vínculo e a força em compromisso com a vida. - [Vozes que Giram o Mundo: o Autonomia Feminina agora é ao vivo](https://culturacidadeearte.org/autonomia-feminina-ao-vivo/): Vozes que Giram o Mundo: O Autonomia Feminina rompe a tela e vai ao vivo | ACCA ACCA | Lançamento Quando mulheres falam ao vivo, o mundo gira diferente O Autonomia Feminina rompe a quarta parede e estreia “Vozes que Giram o Mundo” — um encontro quinzenal para quem não se cala Por Associação Cultura, Cidade e Arte (ACCA)Publicado em 8 de novembro de 2025 Há conversas que não podem mais esperar a edição. Há vozes que precisam ecoar no momento exato em que são pronunciadas. Há encontros que só acontecem quando o tempo é agora. Por isso, o Programa Autonomia […] - [Geralda Cunha: Violência Digital, Resistência e o Poder da Palavra](https://culturacidadeearte.org/geralda-cunha-violencia-digital/): Em “Do Estúdio ao Blog”, a jornalista e ativista Geralda Cunha reflete sobre o avanço da violência digital contra mulheres e os desafios de comunicar em meio ao ódio online. Com uma trajetória marcada pela escuta e pela resistência, ela revisita o feminismo como prática cotidiana e política. A entrevista revela como a palavra pode ser arma e abrigo — uma ferramenta de transformação diante do silêncio imposto às mulheres. Um diálogo necessário sobre coragem, mídia e poder feminino. - [Eles ainda querem mandar em nós: o Estado e os homens contra as meninas](https://culturacidadeearte.org/eles-ainda-querem-mandar-em-nos-estado-e-homens-contra-meninas/): O Congresso Nacional aprovou o PDL 3/2025, que suspende a norma do Conanda sobre o aborto legal em meninas vítimas de estupro — um direito garantido há mais de 80 anos no Brasil. Com 317 votos a favor, deputados e deputadas reforçaram o controle patriarcal do Estado sobre os corpos femininos, travestido de “defesa da vida”. A reportagem da Edição Extra / ACCA denuncia o retrocesso e expõe como o projeto aprofunda desigualdades e impõe burocracias cruéis a crianças violentadas. Enquanto a maioria masculina do Congresso fala em “autoridade parental”, meninas pobres, negras e periféricas continuam sendo forçadas à maternidade. Em resposta, o coletivo Mulheres em Lutas (@mel.mulheresemlutas) lançou um abaixo-assinado nacional exigindo que o Senado reverta a decisão. A ACCA se soma a essa mobilização, reafirmando: Criança não é mãe. Estuprador não é pai. E nenhum Estado tem o direito de mandar no corpo das mulheres. - [O peso do massacre para as mulheres na Penha: luto e medo](https://culturacidadeearte.org/mulheres-da-penha-luto-e-medo/): A matéria analisa o massacre no Complexo da Penha, a operação mais letal da história recente do Rio, e mostra como o medo tem cor, CEP e gênero. Enquanto homens — majoritariamente jovens e negros — são as principais vítimas fatais, o luto e o trabalho de reconstrução ficam com as mulheres, sobretudo negras e periféricas. Entre dados de letalidade e relatos de rotina interrompida, o texto defende políticas de vida, escuta às comunidades e o papel do feminismo — em especial o feminismo negro — para transformar dor em resistência e garantir direitos. - [Mãe sem Voz: Alienação Parental e o Direito de Ser Mãe](https://culturacidadeearte.org/mae-sem-voz-alienacao-parental-railda-martins/): No Do Estúdio ao Blog, a psicóloga e ativista Railda Martins fala sobre o silenciamento das mães e o impacto da Lei de Alienação Parental, uma legislação criada para proteger vínculos familiares, mas que tem sido usada como instrumento de violência institucional contra mulheres que denunciam abusos. Adaptado do programa ACCA: Autonomia Feminina, o texto aborda a urgência da revogação da lei, os efeitos psicológicos nas crianças e a importância das redes de apoio que acolhem, escutam e fortalecem as mulheres no caminho da autonomia. - [Misoginia Estrutural e Cultura Digital: a “machosfera” e a nova tipificação legal](https://culturacidadeearte.org/misoginia-estrutural-e-cultura-digital-a-machosfera-e-a-nova-tipificacao-legal/): Misoginia Estrutural e Cultura Digital: a “machosfera” e a nova tipificação legal cidadania digital • enfrentamento Misoginia Estrutural e Cultura Digital: a “machosfera” e a nova tipificação legal A ascensão da machosfera mostra como o ódio às mulheres se reinventa online. Aprovado na CCJ, o PL 896/2023 reconhece a misoginia como discriminação estrutural e avança para a Câmara. Por Jade Klaser ACCA – Associação Cultura, Cidade e Arte Autonomia Feminina A nova misoginia • Quem compõe • Do online ao cotidiano • Avanço jurídico • Por que importa • Caminhos Nota ACCA: nomear a misoginia como violência estrutural é passo decisivo […] - [Massacre nas Favelas do Rio: Violência de Estado, Racismo e Resistência das Mulheres](https://culturacidadeearte.org/massacre-nas-favelas-do-rio-de-janeiro/): Uma megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, deixou dezenas de mortos, paralisou escolas e serviços básicos e isolou comunidades inteiras sob fogo cruzado. Moradores denunciam que o Estado age como força de extermínio nas favelas, especialmente contra jovens negros, e que a versão oficial tenta reduzir as mortes a “suspeitos abatidos”. As mulheres da favela — que acolhem feridos, buscam desaparecidos, recolhem corpos e exigem justiça — são apresentadas como a linha de frente da resistência. A ACCA afirma que essa violência não é exceção nem “excesso”, mas parte de uma política contínua de controle armado sobre territórios pobres e racializados, e defende investigação independente, memória e responsabilização. - [Do Estúdio ao Blog apresenta: Rita Fittipaldi: muralismo e resistência feminina](https://culturacidadeearte.org/rita-fittipaldi-muralismo-resistencia-feminina/): Muralista, designer e mãe, Rita Fittipaldi é símbolo da nova geração de mulheres que transformam a arte urbana em um ato de resistência. Nesta edição do Do Estúdio ao Blog, ela fala sobre como trocou o mercado financeiro pelos muros da cidade, enfrentou o machismo nas ruas e encontrou na maternidade um novo sentido para criar. Entre sprays, cores e coragem, Rita mostra que ocupar o espaço público é também reinventar o feminino. - [Corpos Livres, Leis em Disputa: o direito à laqueadura no Brasil](https://culturacidadeearte.org/corpos-livres-leis-em-disputa-o-direito-a-laqueadura-no-brasil/): A Lei nº 14.443/2022 transformou o direito de decidir sobre o próprio corpo em uma conquista concreta: agora, mulheres e homens podem realizar laqueadura ou vasectomia sem autorização do cônjuge. O STF analisa se ainda faz sentido impor idade mínima e exigência de filhos — e a maioria já reconhece que a autonomia reprodutiva é um direito humano, não uma concessão do Estado. É um marco que reafirma: o corpo é território, e o território das mulheres deve ser livre. - [Entre o Silêncio e a Coragem: redes femininas no enfrentamento à violência](https://culturacidadeearte.org/entre-o-silencio-e-a-coragem-redes-femininas-no-enfrentamento-a-violencia/): Em “Entre o Silêncio e a Coragem”, Neide Barros — terapeuta integrativa, historiadora e autora do livro “Mortas por Amor: histórias escritas com sangue” — reflete sobre as múltiplas formas de violência que atravessam a vida das mulheres e o papel transformador das redes de apoio na reconstrução da autonomia. A partir de sua trajetória entre a pesquisa acadêmica e o acolhimento terapêutico, Neide mostra como o silêncio imposto pelo patriarcado e a culpa internalizada perpetuam o ciclo da violência. No entanto, também revela como o gesto de escutar, compartilhar e apoiar outras mulheres torna-se um ato político de resistência. Entre a dor e o renascimento, Neide afirma que “fortalecer-se é o primeiro passo” — e que criar laços de solidariedade e confiança é o caminho para devolver às mulheres o direito de existir em plenitude. - [Violência Sexual no Brasil: Um guia completo de acolhimento, apoio e orientação para vítimas de violência sexual](https://culturacidadeearte.org/violencia-sexual-no-brasil-um-guia-completo-de-acolhimento-apoio-e-orientacao-para-vitimas-de-violencia-sexual/): Você não está sozinha. A violência sexual é uma das mais graves violações dos direitos humanos — e o silêncio não deve ser um destino. Este guia da Plataforma ACCA – Autonomia Feminina reúne informações essenciais sobre o que fazer após uma agressão, onde buscar ajuda médica, psicológica e jurídica, e como acionar a rede de apoio. Um conteúdo feito para acolher, orientar e fortalecer mulheres, transformando dor em potência e medo em autonomia. - [Do Estúdio ao Blog: Iarle Sousa Ferreira fala sobre sororidade, redes de apoio e autonomia feminina](https://culturacidadeearte.org/do-estudio-ao-blog-iarle-souza-ferreira-fala-sobre-sororidade-redes-de-apoio-e-autonomia-feminina/): Filósofa, educadora e ativista, Iarle Souza Ferreira reflete sobre a importância das redes de apoio e da sororidade na luta pela autonomia feminina. Em entrevista ao programa ACCA: Autonomia Feminina, ela fala sobre o isolamento como forma de dominação, o papel das mulheres que cuidam de outras e os desafios de transformar empatia em ação coletiva. Nesta transcrição adaptada para o projeto “Do Estúdio ao Blog”, Iarle compartilha histórias, conceitos e práticas que inspiram coragem, união e transformação social. - [Taxa Rosa: O Preço Oculto da Desigualdade de Gênero no Brasil](https://culturacidadeearte.org/https-culturacidadeearte-org-taxa-rosa-discriminacao-genero-brasil/): A chamada Taxa Rosa — ou Pink Tax — é uma forma sutil e persistente de discriminação econômica de gênero. Estudos mostram que mulheres brasileiras pagam, em média, 12,3% a mais por produtos idênticos aos masculinos, o que representa um custo extra de R$ 183,58 por mês. Essa prática reforça o ciclo de desigualdade, já que as mulheres ainda recebem apenas 76,5% do salário dos homens. A diferença de preços afeta desde produtos de higiene e vestuário até serviços básicos. A ACCA – Associação Cultura Cidade e Arte reconhece a Taxa Rosa como uma forma de violência econômica e atua para conscientizar, educar consumidoras e pressionar por políticas públicas que garantam preços justos e igualdade de gênero. Entender e combater a Taxa Rosa é um passo essencial para construir um Brasil mais justo para todas. - [Do Estúdio ao Blog | Lúcia Rincon fala sobre feminismo, políticas públicas e a construção da autonomia das mulheres](https://culturacidadeearte.org/do-estudio-ao-blog-lucia-rincon-fala-sobre-feminismo-politicas-publicas-e-a-construcao-da-autonomia-das-mulheres/): Lúcia Rincon fala sobre quatro décadas de militância feminista, educação e políticas públicas voltadas à emancipação das mulheres. Professora, pesquisadora e ativista, ela compartilha memórias e reflexões sobre o feminismo como prática cotidiana de coragem e amor coletivo. Nesta entrevista, Lúcia discute os desafios das políticas de gênero no Brasil, a importância da educação feminista e o papel da arte e da cultura como forças de resistência e transformação na construção da autonomia das mulheres. - [Do Estúdio ao Blog : Ludmylla Marques fala sobre educação feminista, arte e autonomia](https://culturacidadeearte.org/do-estudio-para-o-blog-ludmylla-marques-fala-sobre-educacao-feminista-arte-e-autonomia/): Na série “Do Estúdio ao Blog”, os ecos das vozes que passaram pelo programa ACCA: Autonomia Feminina se transformam em palavra escrita. Nesta transcrição, Ludmylla Marques compartilha como a educação feminista e o Teatro das Oprimidas rompem silêncios, revelam histórias e constroem caminhos de autonomia. Do estúdio ao blog, a arte se torna memória e inspiração coletiva. - [Desvendando os Caminhos da Independência Financeira Feminina](https://culturacidadeearte.org/independencia-financeira-feminina-guia/): “Desvendando os Caminhos da Independência Financeira Feminina” reúne diagnóstico do cenário nacional e um plano de ação objetivo para o dia a dia. O guia orienta o registro de entradas e saídas, o uso da regra 50–30–20, a formação de reserva de emergência e a renegociação de dívidas. Também propõe estratégias para ampliar renda por qualificação, negociação salarial e empreendedorismo. Para apoiar a implementação, a ACCA disponibiliza materiais gratuitos, curso de planejamento e mentoria. - [Quando o Lar se Torna Prisão: A Escalada da Violência Doméstica no Brasil](https://culturacidadeearte.org/quando-o-lar-se-torna-prisao-a-escalada-da-violencia-domestica-no-brasil/): A violência doméstica é uma chaga social que assola o Brasil, manifestando-se de diversas formas e deixando cicatrizes profundas em milhões de mulheres. Longe de ser um problema isolado, os números revelam uma realidade alarmante: a cada dia, incontáveis brasileiras enfrentam o medo, a agressão e, em muitos casos, a ameaça de morte dentro de seus próprios lares. Na Associação Cultura Cidade e Arte (ACCA), acreditamos que a informação é o primeiro passo para a transformação. Esta matéria busca aprofundar a compreensão sobre essa complexa questão, explorando dados estatísticos, relatos impactantes de vítimas e sobreviventes, e o arcabouço legal e as políticas públicas que buscam combater essa epidemia de violência, destacando também o papel fundamental de organizações como a nossa. - [A Luta Contínua: Enfrentando a Violência Contra a Mulher no Brasil](https://culturacidadeearte.org/a-luta-continua-enfrentando-a-violencia-contra-a-mulher-no-brasil/): Agosto Lilás marca a campanha de agosto contra a violência à mulher, em memória à Lei Maria da Penha (07/08/2006). O movimento conscientiza sobre direitos, canais de denúncia e busca romper o ciclo da violência com ações educativas e debates. Em 2024, houve 1.492 feminicídios (quatro por dia) e 87.545 casos de estupro (227/dia, 86% mulheres), além de 555 mil medidas protetivas concedidas e mais de 100 mil descumpridas. A ACCA, há 23 anos, promove autonomia feminina por meio de programas multimídia, webséries e cartilhas, em parceria com organizações como Instituto Maria da Penha e Justiceiras. Engaje-se na luta diária pela igualdade. - [Machosfera: A Indústria do Ódio que Alimenta Crimes e Ameaça a Sociedade](https://culturacidadeearte.org/machosfera-a-industria-do-odio-que-alimenta-crimes-e-ameaca-a-sociedade/): A machosfera é um ambiente digital tóxico que fomenta misoginia sob pretexto de “desenvolvimento pessoal”. Fóruns e chats online abrem caminho para extorsão e radicalização. Denúncias de misoginia online subiram 251% em um ano, e 86% das brasileiras já sofreram violência digital. Esse ódio gera medo, ansiedade e baixa autoestima. O projeto Mulheres Conectadas ACCA oferece tutoriais, rodas de conversa para apoiar vítimas. Denuncie, dialogue com jovens e pressione plataformas. A machosfera ameaça democracia, liberdade e vidas. Corte o ódio. Conecte igualdade! - [Autonomia Feminina – Sua Jornada Semanal de Inspiração e Transformação](https://culturacidadeearte.org/autonomia-feminina-sua-jornada-semanal-de-inspiracao-e-transformacao/): Estreia hoje o Programa ACCA: Autonomia Feminina! ACCA: Autonomia Feminina é um programa político-feminista, criado e apresentado por Márcia Pelá, com reflexões sobre obstáculos e vitórias na busca por autonomia. Em episódios semanais, de segunda a quinta, cada encontro traz debates sobre educação feminista, construção de redes de apoio, história das lutas por igualdade e enfrentamento ao feminicídio. Disponível gratuitamente no canal oficial da ACCA no YouTube e Spotify, o programa reúne convidadas de diversos setores, garantindo pluralidade e profundidade às discussões. Participe dessa iniciativa transformadora. Inscreva-se já!! - [ACCA: Autonomia Feminina – Conectando Saberes e Construindo Redes de Transformação](https://culturacidadeearte.org/acca-autonomia-feminina-conectando-saberes-e-construindo-redes-de-transformacao/): Estreia hoje o Programa ACCA: Autonomia Feminina! O ACCA: Autonomia Feminina é um programa multimídia politicamente engajado, criado por mulheres e destinado a mulheres. Apresentado por Márcia Pelá, o programa traz reflexões profundas sobre os desafios e conquistas na busca pela autonomia das mulheres na sociedade contemporânea. Em cada episódio, são abordados temas fundamentais como a importância da educação feminista, a construção e fortalecimento das redes de apoio, o resgate histórico das lutas feministas e o urgente enfrentamento ao feminicídio. A partir dessa estreia, o público terá acesso semanal, de segunda a quinta-feira, a debates enriquecedores e convidados que representam diversos setores da sociedade, garantindo pluralidade e profundidade às discussões. O programa está disponível gratuitamente no canal oficial da ACCA no YouTube e Spotify, contribuindo diretamente para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária para todas as mulheres. - [AUTONOMIA FEMININA: DA CONSCIÊNCIA À AÇÃO – REFLEXÕES E APRENDIZADOS](https://culturacidadeearte.org/autonomia-feminina-da-consciencia-a-acao-reflexoes-e-aprendizados/): Campanha 8M: Autonomia Feminina – Da Consciência à Ação Em março, a ACCA lançou “Autonomia Feminina: Da Consciência à Ação”, propondo um novo olhar sobre o 8M e reafirmando o direito à decisão sobre corpo, carreira e participação política. No episódio 1, Márcia Pelá e convidadas debateram misoginia internalizada e violência digital, destacando que 58% das jovens e 70% das mulheres sofreram assédio ou ataques online e apresentaram o desafio “7 Dias Sem Ódio”. O episódio 2, “Troca de Saberes”, reuniu especialistas para promover sororidade, acessibilidade e o projeto homônimo, demonstrando que a autonomia se constrói coletivamente. ## Pages - [Marcas Aliadas](https://culturacidadeearte.org/marcasaliadas/): MARCAS ALIADAS: empresas que fortalecem mulheres e transformam a sociedade. O Marcas Aliadas ACCA conecta empresas comprometidas com projetos permanentes de prevenção à violência contra mulheres, autonomia feminina, cultura e transformação social. Programa da ACCA • Desde 2002 promovendo cultura, educação e direitos das mulheres. quero ser uma marca aliada PROPÓSITO Não é sobre aparecer. É sobre estar junto. Uma marca aliada entende que sua presença na cidade também comunica valores. Ela se posiciona ao lado das mulheres, apoia ações de autonomia e ajuda a fazer circular informação, cuidado e oportunidade. Quando mulheres se fortalecem, toda a comunidade se transforma. O […] - [apresentação cursos PODCAST E VIDEOCAST DO ZERO](https://culturacidadeearte.org/apresentacao-cursos-podcast-e-videocast-do-zero/): PODCAST E VIDEOCAST DO ZERO Marketing de Conteúdo para Criadores Iniciantes QUERO FAZER PARTE O que você vai aprender Aprenda a desenvolver um podcast ou videocast do zero com uma metodologia prática e acessível. Você irá entender formatos, identificar seu público, estruturar o programa, criar roteiros funcionais, gravar com qualidade mesmo com poucos recursos, organizar sua rotina de produção e planejar estratégias de divulgação e engajamento. Um curso direto, profissional e voltado para quem deseja criar conteúdo consistente e relevante. ASSINAR PLATAFORMA Grade curricular MÓDULO 1 – Introdução ao Universo do Podcast e Videocast Você aprende o que diferencia áudio de […] - [apresentação cursos Fortalecendo Mulheres 40](https://culturacidadeearte.org/apresentacao-cursos-fortalecendo-mulheres-40/): Fortalecendo Mulheres 40+: Vida, Saúde e Propósito Fortalecer-se aos 40+ é entender seu corpo, emoções e novos ciclos com clareza. QUERO FAZER PARTE O que você vai aprender Você vai compreender as transformações físicas, emocionais e sociais dos 40+, aprofundando temas como menopausa, identidade, movimento, sexualidade, longevidade e novos projetos de vida. O curso oferece fundamentos da psicogerontologia, orientações de autocuidado e reflexões práticas para fortalecer autonomia, saúde e propósito, apoiando decisões conscientes nessa fase de transição. ASSINAR PLATAFORMA Grade curricular Módulo 1 – O Envelhecimento sob o Olhar Psicanalítico Compreenda o envelhecimento como um espaço psíquico fértil, e não como […] - [Apresentação cursos Elaboração de Projetos Socioculturais](https://culturacidadeearte.org/apresentacao-cursos-elaboracao-de-projetos-socioculturais/): Elaboração de Projetos Socioculturais: Da Ideia à Ação Da Ideia à Ação QUERO FAZER PARTE O que você vai aprender Aprenda a transformar ideias em projetos socioculturais sólidos, compreendendo o território, definindo objetivos claros, planejando ações viáveis e estruturando orçamentos realistas. Você desenvolverá visão estratégica, segurança técnica e domínio das etapas essenciais para criar iniciativas de impacto social, ampliando sua atuação comunitária com propósito e profissionalismo. ASSINAR PLATAFORMA Grade curricular AULA MAGNA Módulo 1 – Projetos Socioculturais: Ferramentas de Transformação Bases conceituais e a importância dos projetos socioculturais para catalisar mudanças significativas na vida comunitária.História e relevância dos projetos socioculturais no […] - [Modelo apresentação cursos](https://culturacidadeearte.org/modelo-apresentacao-cursos/): Título do curso Chamada convidativa sobre o curso QUERO FAZER PARTE O que você vai aprender Texto de 450 caracteres sobre o curso e suas vantagens. Curso online de modelagem em biscuit com um enfoque além das técnicas, proporcionando uma oportunidade para que mulheres se reconectem com sua verdadeira natureza criativa, desenvolvam o autoamor e adquiram uma nova fonte de renda. Aqui você vai aprender a confeccionar uma doll perfeita, adquirir competências emocionais e também aprender a vender sua doll. Te aguardo para ser sua mentora neste processo! ASSINAR PLATAFORMA Grade curricular Módulo 1: Aula 01: Aula 01: Módulo 2: Módulo […] - [Confirmação de inscrição na newsletter](https://culturacidadeearte.org/confirmacao-de-inscricao-na-newsletter/): Obrigada por se inscrever na nossa newsletter. Aproveite para conferir nossas notícias. Notícias ACCA - [Plataforma ACCA](https://culturacidadeearte.org/plataforma-acca/): Garanta seu acesso total aos cursos, séries e materiais da acca! Uma plataforma feita por mulheres, para fortalecer mulheres. QUERO FAZER PARTE Conheça nossos cursos Videocasts ACCA Literatices: Palavra solta Programa ACCA: Autonomia Feminina Séries & Documentários Explore nossa biblioteca de conhecimento Quem somos A sua força é o ponto de partida. A nossa união é o que nos torna imparáveis. Somos uma plataforma de mulheres para mulheres, porque entendemos que a verdadeira autonomia é construída sobre soberania individual e fortalecida por laços de colaboração. Acreditamos que o acesso a conhecimento prático, uma rede de pares e um espaço de inspiração […] - [Elaboração de Projetos Socioculturais: Da Ideia à Ação](https://culturacidadeearte.org/elaboracao-de-projetos-socioculturais-da-ideia-a-acao/): novo curso acca autonomia feminina Elaboração de Projetos Socioculturais: Da Ideia à Ação CONHEÇA E MATRICULE-SE JÁ! Ganhe o ebook Inscreva-se para receber mais informações sobre o curso e ganhe o ebook “Erros Fatais na Elaboração de Projetos Socioculturais” Oferta Exclusiva de Lançamento Dias Horas Minutos Garanta 30% de desconto + 30 min de mentoria exclusiva com Márcia Pelá para as 30 primeiras inscrições. CORRE! GARANTA SEU BÔNUS TRANSFORME A SUA REALIDADE Transforme suas ideias em projetos socioculturais de impacto! Explore ferramentas de diagnóstico, aprenda a definir objetivos claros, planejar cronogramas e orçamentos realistas, construir parcerias estratégicas e comunicar o valor […] - [Política de privacidade](https://culturacidadeearte.org/politica-de-privacidade-2/): Conheça a nossa politica de privacidade! - [Mulheres Conectadas](https://culturacidadeearte.org/mulheres-conectadas/): Mulheres Conectadas Contra a Violência Digital Você Sabia? A violência digital contra mulheres é qualquer ação online que ameace, humilhe, ofenda, persegue ou viole a privacidade da vítima, utilizando-se de tecnologias digitais. Este tipo de violência de gênero pode ocorrer por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens, e-mails, entre outros meios digitais. Saiba como identificar, proteger-se, reunir evidências e denunciar, além de conhecer órgãos e instituições de apoio. Pensando nisso, a ACCA elaborou uma cartilha para te ajudar a saber mais sobre como se proteger contra a violência digital! Acesse o link ou faça o download da Cartilha ACCA contra […] - [Newsletter](https://culturacidadeearte.org/newsletter/): [newsletter] - [Prêmio RevelArtes](https://culturacidadeearte.org/premio-revelartes/): Seja parte do movimento que celebra as mulheres artistas de Goiás. Inscreva-se já no I Prêmio RevelArtes: Mulheres em Cena e deixe sua marca na cena cultural!   A sua arte merece ser reconhecida! RESULTADO REVELARTES 2024 Conheça o Resultado Final do Prêmio RevelArtes 2024 RESULTADO REVELARTES 2024 Conheça as finalistas da 2º etapa: FINALISTAS DE GOIÂNIA Jéssika Hannder Borges Júlia Lee Aguiar Larissa Pitman Santos FINALISTAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE GOIÂNIA Débora Diniz de Lima Thaise Monteiro da Silva Melo Tatianny Leão FINALISTAS DOS DEMAIS MUNICÍPIOS Gilmara Tobias Francisco Gachet Mar Dias Rosa Maria Eduarda Borges de Paulo lista de finalistas […] - [Doe agora](https://culturacidadeearte.org/doe-agora/): Faça uma doação Seja um Amigo da ACCA Colabore e ajude-nos a manter e ampliar nossa atuação. A sua doação nos ajuda a manter a nossa atuação e ampliar nossos projetos. Utilize o QR code ao lado ou os dados da nossa instituição para fazer um PIX: Dados do Recebedor:ASSOCIACAO CULTURA, CIDADE E ARTECNPJ:05.053.096/0001-70Conta:2079 1388 000739163572-4Chave Pix:05.053.096/0001-70Tipo:Pix cobrança ACCA Agradece! - [Contato](https://culturacidadeearte.org/contato/): Contato Fale com a ACCA Obrigada por se conectar com a Associação Cultura, Cidade e Arte! Obrigada por se conectar com a Associação Cultura, Cidade e Arte!Há mais de 20 anos, a ACCA constrói caminhos entre cultura, educação e autonomia feminina.Sua participação é o que mantém essa rede viva e transformadora. FALE COM A GENTE acca@culturacidadeearte.org Facebook Youtube Instagram Spotify Tiktok Conheça a Plataforma ACCA – Autonomia Feminina A Plataforma ACCA é o nosso espaço digital de formação, acolhimento e criação coletiva.Feita prioritariamente para mulheres — mas aberta a todas as pessoas comprometidas com a equidade —, ela oferece cursos, séries, […] - [Blog da ACCA](https://culturacidadeearte.org/noticias/): Blog da ACCA - [Trajetória](https://culturacidadeearte.org/trajetoria/): A ideia que mudou a ACCA Durante muitos anos, a ACCA realizou projetos de cultura, arte, comunicação e formação. Com o tempo, percebemos que essas áreas não estavam separadas. Cada experiência ampliava conhecimentos, fortalecia vínculos e abria novos caminhos. Foi dessa percepção que nasceu uma ideia central. Transformar a realidade é ampliar possibilidades. A partir daí, deixamos de pensar em projetos isolados e passamos a construir uma atuação contínua, conectando cultura, formação, renda, proteção e autonomia. Nossa trajetória Mais de duas décadas ampliando possibilidades Cada etapa da nossa história ampliou a forma como compreendemos a cultura, a cidade e a autonomia. […] - [RevelArtes](https://culturacidadeearte.org/revelartes/): Assista a websérie no YouTube Sobre o projeto O projeto “RevelArtes:  Mulheres em Cena” é fruto de um esforço coletivo entre artistas e pesquisadoras goianas. A partir da vivência feminina na cidade e da expressão de cultura e arte, a “Associação Cultura, Cidade e Arte” congregou mulheres que tem algo a dizer e a mostrar para a cena artística goiana. Através deste diálogo entre mulheres que possuem criatividade com as letras e com os corpos – corpos de diversas idades, formas e cores – surgiu a ideia deste projeto no contexto pandêmico, em que as diferenças entre pessoas se manifestam em […] - [Projetos](https://culturacidadeearte.org/projetos/): Ações e projetos MULHERES CONECTADAS Tecnologia e direitos para a vida das mulheres Ação inclui atividades nas redes sociais, uma pesquisa sobre a relação das mulheres com o mundo digital e seus direitos, além de uma live sobre o tema, em 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher. Saiba mais Programa ACCA: Autonomia Feminina Com Márcia Pelá, mulheres compartilham histórias de luta, afeto e transformação. Em cada episódio, temas como corpo, cultura, saúde, política e arte se cruzam.Um espaço de vozes femininas onde autonomia é prática diária, coletiva e libertadora. Saiba mais Podcast Literatices: Palavra Solta […] - [Quem somos](https://culturacidadeearte.org/): Entre nessa rede. Entre nessa rede. https://culturacidadeearte.org/wp-content/uploads/2026/04/BANNER-SITE-2100-x-900-px_1-atu.mp4 Entre nessa rede. Nosso Propósito A Associação Cultura, Cidade e Arte (ACCA) existe para abrir caminhos onde antes havia silêncio, isolamento ou falta de acesso. Desde 2002, atuamos para que cultura, arte e educação não sejam privilégios, mas forças vivas de encontro, consciência e participação. Nosso trabalho nasce da escuta dos territórios, das mulheres e das comunidades que constroem, todos os dias, outras formas de viver e transformar a realidade. Mais do que realizar projetos, a ACCA sustenta um ecossistema de cuidado, criação, formação e autonomia.  Aqui é um lugar onde ninguém precisa caminhar […] ## Optional - [Agent (MCP protocol)](websites-agents.hostinger.com/culturacidadeearte.org/mcp) [comment]: # (Generated by Hostinger Tools Plugin)