Trajetória

Como chegamos até aqui

1998  –  Hoje

Ao longo de mais de duas décadas, aprendemos que transformar realidades vai além de realizar projetos.

Significa ampliar as possibilidades para que pessoas e comunidades construam os seus próprios caminhos.

Equipe e mulheres da ACCA

A ideia que mudou a ACCA

Durante muitos anos, a ACCA realizou projetos de cultura, arte, comunicação e formação.

Com o tempo, percebemos que essas áreas não estavam separadas. Cada experiência ampliava conhecimentos, fortalecia vínculos e abria novos caminhos.

Foi dessa percepção que nasceu uma ideia central.

Transformar a realidade é ampliar possibilidades.

A partir daí, deixamos de pensar em projetos isolados e passamos a construir uma atuação contínua, conectando cultura, formação, renda, proteção e autonomia.

Nossa trajetória

Mais de duas décadas ampliando possibilidades

Cada etapa da nossa história ampliou a forma como compreendemos a cultura, a cidade e a autonomia. O que começou como atuação cultural tornou-se uma maneira de conectar conhecimento, redes de apoio e oportunidades para transformar vidas.

1998

Onde tudo começou

Em 1998, o Festival de Artes de Goiás marcou o início da trajetória de Márcia Pelá na produção cultural. Foi ali que se abriu sua janela para o universo da produção, da arte e da educação, especialmente a partir da convivência e do aprendizado com Reginaldo Saddi. Ao lado de artistas, produtores e educadores, descobriu que a cultura podia criar encontros, ampliar horizontes e transformar vidas. Aquele foi o primeiro passo de uma trajetória que, quatro anos depois, daria origem à Associação Cultura, Cidade e Arte.

2000

O encontro

Em 2000, as trajetórias de Márcia Pelá e do historiador Edson Quaresma se encontraram. Ela vinha da produção cultural e de uma experiência marcada pelo coletivo; ele, inquieto e visionário, trazia um olhar próprio sobre o indivíduo, a história e a liberdade. Das diferenças, dos debates e das perguntas nasceu uma parceria que ajudaria a dar forma à ACCA.

20 de maio de 2002

Nasce a ACCA

É constituída oficialmente a Associação Cultura, Cidade e Arte. A organização cria um espaço permanente para articular cultura, educação, comunicação e produção de conhecimento. Começava uma trajetória construída pela experimentação, pelas parcerias e pela vontade de fazer o conhecimento circular.

2006–2007

A cidade também ensina

Com o Arte na Rua e as Trilhas Interpretativas, arte, patrimônio, território e educação se encontram. A cidade passa a ser também espaço de leitura, pesquisa, aprendizagem e criação.

2009

A história ganha o picadeiro

Em História de Goiás no Picadeiro, a pesquisa histórica encontra a linguagem circense. Produção, pesquisa, roteiro e comunicação visual se unem para transformar conhecimento histórico em uma narrativa pública, criativa e acessível.

2013–2021

Conhecimento que circula

A relação com a SBPC, o SBPC Vai à Escola, o Poli(S)íntese e os processos de formação de professores consolidam uma linha que atravessa a trajetória da ACCA: aproximar universidade, escola pública e território e fazer o conhecimento circular.

2022–2024

As mulheres ocupam o centro

Com o RevelArtes, pesquisa, audiovisual e cultura passam a convergir para dar visibilidade às trajetórias de mulheres artistas de Goiás. A centralidade das mulheres se aprofunda sem romper com o percurso anterior.

2025

Autonomia ganha voz

O Programa Autonomia Feminina cria um espaço permanente de diálogo sobre a vida das mulheres. Entrevistas, experiências e diferentes conhecimentos ampliam a conversa sobre direitos, trabalho, escolhas, cultura, cuidado e possibilidades de vida.

2025–2026

Conhecimento para ampliar autonomia

A Plataforma Autonomia com Elas organiza conteúdos, cursos e ferramentas em um ambiente de formação. Conhecimento, renda, corpo, direitos e redes passam a integrar uma estratégia voltada ao fortalecimento das mulheres.

2026

Rede Conecta: conhecimento que vira proteção

A Rede Conecta reúne pesquisa, tecnologia e conhecimento do território para facilitar o acesso das mulheres à rede de proteção da Região Metropolitana de Goiânia. Informação dispersa se transforma em caminhos mais claros para quem precisa de ajuda. É um marco em que cultura, comunicação, conhecimento, autonomia e articulação em rede passam a responder também ao desafio urgente da proteção.

Hoje

A história continua

Arte, comunicação, cultura, conhecimento e autonomia não são capítulos separados. São camadas de uma mesma trajetória. Hoje, a ACCA segue criando espaços de formação, mobilização, produção cultural, comunicação e fortalecimento das mulheres, conectando pessoas, redes e possibilidades.