
O fim das coisas dói por Ottair | Crônicas Feministas
Crônica de Ottair sobre o fim das coisas, o tempo e a promessa de renascer entre um término e outro.

Crônica de Ottair sobre o fim das coisas, o tempo e a promessa de renascer entre um término e outro.

Uma mãe perdeu dois filhos e, mesmo em luto, virou alvo de perseguição e culpabilização pública. Esta nota denuncia a lógica patriarcal que tenta transformar a vítima em ré, nomeia a violência vicária e cobra responsabilidade ética da imprensa, da cultura e das plataformas digitais

Crônica feminista de Jade Klaser sobre mulheres que escolhem o próprio caminho, autonomia feminina e ruptura com o patriarcado.

O artigo discute o movimento como prática de autonomia feminina, saúde emocional e pertencimento ao próprio corpo. A partir da experiência de Renata Silva, personal trainer e doula, o texto aborda exercício físico sem culpa, sem padrões e como instrumento de liberdade e reconexão com o corpo em todas as fases da vida da mulher.

Nesta crônica, Jéssica Piani escreve a partir do Setor Rosa dos Ventos para refletir sobre território, memória e as mulheres que sustentam a vida onde o descanso nunca foi garantido. O texto atravessa luto, violência estrutural, cuidado e permanência feminina como formas políticas de existir. Ao narrar experiências familiares e coletivas, a crônica revela como a ausência do Estado, a morte administrada e a sobrecarga imposta às mulheres desenham geografias da dor — e também da resistência.
Crônicas Feministas é a coluna da ACCA dedicada à escrita de mulheres sobre corpo, território e autonomia.

Neste artigo, refletimos sobre os efeitos da alimentação industrializada na saúde das mulheres, abordando a relação entre nutrição, hormônios, ansiedade, sono, inflamação e autonomia. A partir da conversa com a nutricionista Laiza Carvalho, o texto apresenta a comida como gesto político, cuidado de si e ferramenta de liberdade.

Em “Consciência de colmeia”, Tarsilla Couto de Brito escreve sobre raiva, adoecimento, violência e submissão feminina, construindo um texto potente sobre a experiência coletiva das mulheres e a recusa à docilidade imposta.

O Brasil está envelhecendo e as mulheres são maioria entre a população idosa. Neste episódio do Autonomia Feminina, conversamos com a psicogerontóloga Rosely Vieira Cecílio sobre saúde mental, etarismo, envelhecimento ativo e autonomia feminina na maturidade. Um conteúdo essencial para refletir sobre políticas públicas, cuidado emocional e direitos das mulheres 60+.

Nesta crônica, Márcia Pelá escreve a cidade desde o corpo das mulheres. A partir da experiência cotidiana de caminhar, evitar, calcular e permanecer, o texto revela como o sexismo se materializa no espaço urbano por meio de rotinas, medos e limites invisíveis. Ao mesmo tempo, aponta a presença feminina como rasgadura: gesto político que reconfigura território, cria brechas e reinventa formas de existir.
Crônicas Feministas é um espaço editorial da ACCA para pensar corpo, cultura e autonomia a partir das mulheres.

Como construir autoestima sem terceirizar o corpo?
Neste artigo, Dra. Sabrina Dantas fala sobre imagem corporal, práticas científicas de cuidado acessíveis, estética como saúde pública e autonomia feminina.

Corpos fabricados, autonomias em disputa: violência digital no cotidiano | Crônicas Feministas | ACCA Crônicas Feministas · ACCA Ádila Eugenia Brindel adilaeugenia.geo@gmail.com Corpos fabricados, autonomias

Nesta edição do Do Estúdio ao Blog, a ACCA transforma em texto a conversa com Jéssica Piani, mãe de João Vicente, sobre luto perinatal, saúde mental e autonomia feminina. A matéria revela como a perda gestacional e neonatal ainda é socialmente invisibilizada e atravessada por culpa, silêncio e violência simbólica. A partir da experiência no Hospital Maternidade Dona Íris, Jéssica narra a criação da Certidão do Amor Eterno, o papel fundamental do SUS no acolhimento psicológico e a importância de reconhecer o luto como direito. Nomear a dor, aqui, é ato político e caminho de cuidado.

A saúde mental da mulher segue atravessada por sobrecarga, silenciamento e exigências históricas de cuidado. Nesta edição do Do Estúdio ao Blog, a psicoterapeuta e contoterapeuta Kellen Lima analisa como jornadas triplas, desconexão do corpo e medo da autonomia impactam profundamente a vida emocional das mulheres. A partir de sua trajetória clínica e de uma leitura feminista do cuidado, a conversa aborda adoecimento psíquico, contoterapia, coletividade e caminhos práticos para reconexão, autonomia emocional e transformação cotidiana.

Este texto sustenta a Plataforma Autonomia Feminina.
Ele parte da ideia de que autonomia não é força individual, mas condição coletiva.
Ao deslocar a culpa do indivíduo para a estrutura, o texto organiza o pensamento para que a autonomia não seja vivida como cobrança.

Nesta edição do Do Estúdio ao Blog, a ACCA transforma os episódios do Autonomia Feminina em um relato potente sobre maternidade atípica, cuidado público e autonomia. Vânia Vieira compartilha sua experiência como mãe de uma criança diagnosticada com TOD e TDD, os desafios do julgamento social e o papel decisivo do CAPSi no acolhimento da família. A matéria evidencia o SUS como direito, não favor, e mostra como redes de cuidado, informação e políticas públicas de saúde mental são fundamentais para garantir dignidade, autonomia feminina e o direito das crianças a uma vida plena.

Nesta edição do Do Estúdio ao Blog, a ACCA transforma os episódios 25 e 26 do programa Autonomia Feminina em uma reflexão aprofundada sobre o legado de Rosa Parks. Em diálogo com Raphaella Gomes, pesquisadora do Coletivo Rosa Parks (UFG), a matéria discute o “não” como gesto político, estratégia de resistência negra e prática de autonomia feminina. A partir da história do boicote aos ônibus de Montgomery, o texto conecta memória, pesquisa acadêmica e luta contemporânea contra o racismo, o sexismo e o epistemicídio, afirmando a dignidade como escolha ética e coletiva.

Uma carta-manifesto da ACCA escrita para romper o silêncio e reafirmar o compromisso com a autonomia feminina. Em um país marcado por feminicídio e violência cotidiana, a carta recusa a naturalização da dor e convoca redes de apoio, justiça racial e responsabilidade coletiva. Um texto para ler devagar, como documento de memória, resistência e futuro, e para lembrar que autonomia não é conceito: é prática diária, em rede, com corpo presente e voz firme.

No projeto Do Estúdio ao Blog, Karla Hora — arquiteta, professora e militante — discute o direito à cidade como questão feminista e de justiça social. Entre racismo ambiental, mobilidade do cuidado e territórios do bem viver, ela revela como o urbanismo patriarcal estrutura desigualdades e como as mulheres, especialmente nas periferias, recriam espaços de dignidade e liberdade. A ACCA reafirma: transformar a cidade é transformar a vida. Leia a matéria completa no site.

A história de Léo Mota desmonta um dos maiores mitos do nosso tempo: ninguém vive nas ruas porque quer.
Neste episódio do Autonomia Feminina — Vozes que Giram o Mundo, a trajetória de um ex-morador de rua revela que a rua é violação de direitos, não escolha individual.
Entre luto, dependência química, violência e reconstrução, Léo transformou a palavra em denúncia, cuidado e ação coletiva. Sua história nos lembra: sem estrutura, não há mérito — e ninguém se salva sozinho.
▶ Assista ao episódio completo
https://www.youtube.com/live/uN722FX1uc4

Na nova matéria Do Estúdio ao Blog, Jordânia Bispo transforma a comunicação em território político e epistemologia do cuidado. Entre corpo, voz e poder, ela mostra como a fala das mulheres — especialmente das mulheres negras — é um ato de descolonização do silêncio e produção de conhecimento. A ACCA reafirma a palavra como instrumento de emancipação e construção de autonomia coletiva. Leia a matéria completa e fortaleça a voz feminina na comunicação transformadora.

O país assiste a mulheres feridas, silenciadas e mortas — não por acaso, mas por uma estrutura que insiste em autorizar a violência. O 7 de dezembro surge como um grito coletivo: Mulheres Vivas. É o dia em que o Brasil diz basta. Cada pessoa, instituição e território é chamada a agir. A ACCA participa desse movimento porque acredita que autonomia é proteção, solidariedade é política e nenhuma de nós estará segura até que todas estejamos.

O realismo mágico de Socorro Acioli se destaca pela união entre cultura nordestina, memória coletiva e elementos fantásticos que aprofundam a experiência humana. Suas obras misturam fé, identidade, crítica social e imaginação, criando narrativas marcantes que ampliam o espaço da literatura escrita por mulheres no Brasil. Acioli reafirma o poder da palavra e do encantamento como formas de resistência, preservação cultural e reinvenção do cotidiano.

QUANDO A CASA NÃO É LAR
Uma carta urgente sobre autonomia e sobrevivência
Nos últimos três dias, o Brasil registrou casos de feminicídio que nos lembram brutalmente por que nosso trabalho existe. Uma mãe e 4 filhos mortos. Uma criança de 5 anos se jogando na frente da mãe para salvá-la. Duas mulheres sobrevivendo por pouco.
Os dados de setembro são devastadores:
– 536 mulheres vítimas de violência letal
– 17 casos por dia
– 76% dos agressores eram companheiros ou ex
A casa, que deveria ser refúgio, virou o lugar mais perigoso para as mulheres brasileiras.
Márcia Pelá, presidente da ACCA, escreve sobre por que autonomia não é luxo — é sobrevivência. E por que precisamos construir redes que salvam vidas.
👉 Leia completo no site da ACCA
#FimDoFeminicidio #AutonomiaFeminina #ACCA

Do Estúdio ao Blog transforma a conversa do Autonomia Feminina em um texto que amplia sentidos e contextos. Nesta edição, Luciana Caetano nos guia por um diálogo potente sobre corpo, coragem, saúde mental, racismo e ancestralidade como forças de autonomia.
Aqui, entendemos como mulheres, sobretudo mulheres negras, enfrentam o mundo a partir de seus corpos e criam movimentos de liberdade.
Um convite para perceber o corpo como território vivo, cura e prática política.

O Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher revela a urgência de enfrentar estruturas que seguem produzindo desigualdades e mortes. A data lembra o feminicídio político das irmãs Mirabal e expõe como raça, classe, território e gênero moldam diferentes formas de violência. No Brasil, onde um feminicídio ocorre a cada poucas horas, o enfrentamento exige políticas públicas, acolhimento, responsabilização e redes ativas de proteção. A ACCA atua nesse campo, difundindo informação, produzindo conteúdos formativos e fortalecendo comunidades de mulheres que transformam seus territórios com consciência, autonomia e sororidade.

Queda do hábito de leitura no Brasil: iletrados e longe dos livros | ACCA ACCA — Educação & Cultura Iletrados e longe dos livros Por

Nesta matéria do Do Estúdio ao Blog, Edwiges Carvalho Corrêa discute o feminismo como uma pauta central de direitos humanos, destacando que a luta das mulheres sempre foi uma resposta às violações históricas que atravessam corpos, territórios e vidas. A conversa aborda interseccionalidade, participação política, educação e ações práticas no cotidiano, mostrando que a autonomia feminina se constrói com atitudes, memória coletiva e disputa de narrativas. Um convite a compreender o feminismo como prática social e compromisso democrático.

O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, tornou-se um marco nacional para destacar a persistência do racismo estrutural no Brasil. Criada pelo movimento negro na década de 1970, a data desloca o foco do 13 de Maio para a resistência de Zumbi dos Palmares e para a luta histórica do povo negro. Em um país onde desigualdades raciais seguem determinando acesso a direitos, oportunidades e segurança, a data reforça que Consciência Negra é ação: enfrentar o racismo estrutural é compromisso diário. O debate amplia-se para políticas públicas, educação e representatividade, reforçando a urgência de enfrentar injustiças históricas que ainda moldam a sociedade brasileira.

No Do Estúdio ao Blog, trazemos a transcrição adaptada do episódio do ACCA – Autonomia Feminina com Celma Grace e Ana Maria, da Cooperativa Bordana. A conversa mergulha na força do bordado como forma de resistência, memória e geração de renda para mulheres do Cerrado. Elas revelam como a cooperativa nasceu de dor, coragem e união, e como a autogestão devolveu dignidade, profissão e autonomia a mulheres que antes tiveram seu trabalho invisibilizado. Este episódio mostra que bordar é gesto político, prática coletiva e caminho de transformação.

O patriarcado não é natural — é uma construção que aprisiona homens e mulheres. Nesta matéria, a ACCA aborda o papel dos homens na igualdade de gênero a partir das vozes de Luciano Montalvão e Henrique Lopes, que discutem o desarme do ódio, o desejo, o afeto e a responsabilidade coletiva. Reaprender a ser homem significa praticar o cuidado, a escuta e a empatia. A masculinidade cuidadora propõe um novo pacto social, onde o poder se transforma em vínculo e a força em compromisso com a vida.