
Cada cor é uma trincheira por Alice Xavier | Crônicas Feministas
Quando dizem que votar e existir não é para nós, a resposta vem em traço e cor. Alice Xavier escreve sobre a arte como recusa ao silêncio e trincheira coletiva.

Quando dizem que votar e existir não é para nós, a resposta vem em traço e cor. Alice Xavier escreve sobre a arte como recusa ao silêncio e trincheira coletiva.

Atriz, educadora e coordenadora do coletivo Ominira, Gil Tobias faz da ancestralidade um ato de memória e transformação. Uma conversa sobre arte preta, letramento racial e a força de quem cria novos mundos.

Damiana Pereira de Sousa escreve sobre o silêncio diante da violência contra meninas indígenas e o desejo de vida que grita nele.
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Enfermeira que acompanhou o nascimento do SUS e criou cinco filhas, Neide Nascimento Silva se fez mulher enquanto Goiânia se fazia cidade. Uma conversa sobre coragem, cuidado e educação como caminhos de autonomia.
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O brasileiro passa mais de 5 horas por dia na tela. Somos o país mais deprimido da América Latina. E aí, senhora escola? Ana Carolina de Oliveira Marques escreve sobre tecnologia, sofrimento e a ação mais inteligente que viu numa escola nos últimos 5 anos.
Vem ler a crônica completa.

Do Estúdio ao Blog: a comida sempre foi um ato político. A geógrafa feminista Daisy Caetano fala de agroecologia, alimento sem veneno e de como o feminismo muda a própria ciência. Alimentar-se é resistir, ensinar é libertar. Vem ler a matéria completa.

Sou filha das pedras, do barro e do Rio Vermelho.
Na nova Crônica Feminista, Carolina Gomes de Jesus escreve sobre nascer mulher negra na Cidade de Goiás — entre a memória do rio, a resistência indígena silenciada e a herança de Cora Coralina e Leodegária de Jesus.
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Tem mulher que se faz inteira na poesia, no palco, no riso. A multiartista Thaíse Monteiro conta como vive da arte apesar da precarização e por que viver da arte também é um ato de justiça social. Vem ler a matéria completa.

Quando o poder tentou apagá-las, elas encontraram umas às outras. A escritora feminista Rosa Gonçalves fala sobre silenciamento, militância e a voz que rasga o véu. Leia a crônica completa.

Tem mulher que se faz no couro do tambor. A mestra Geovanna Castro fala de ancestralidade, do agir que confronta e da autonomia que só acontece em rede. Vem ler a matéria completa.

A escritora Ana Saragossa sobre nostalgia, aceleração e a tristeza silenciosa de perceber que a infância acreditava em progresso enquanto o mundo negociava tudo em nome do capital. Leia a crônica completa.

Ela enfrentou racismo, apagamentos e desafios, mas escolheu continuar de pé.
Conheça a história de Thainá Janaína e descubra como ancestralidade, arte e educação se tornaram ferramentas de resistência e autonomia feminina no novo Do Estúdio ao Blog da ACCA.

Crônica de Aline de Fátima Marques sobre Marlinda, mulher trabalhadora que enfrenta a sobrecarga doméstica e insiste no direito de estudar, sonhar e pertencer a si mesma.

Henrique Lopes analisa desejo, pulsão e violência na masculinidade. Um debate sobre reconhecer o ódio para não agir por ele — no Autonomia Feminina (ACCA).

O que explica o improvável? Alexandre Machado Rosa lê o resgate de Bruna Damaris em Ilhabela pela linguagem do mito, destino e força da mulher, entre ciência, mar e sobrevivência.
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O riso como ato político: Dalila (Mundiquinha) fala de palhaçaria feminina, circo social, maternidade e autonomia no Autonomia Feminina (ACCA).

Uma crônica feminista sobre mães, cuidado, saudade, violência econômica e a renda como condição para que mulheres possam escolher, sair e recomeçar.

O psicólogo e pesquisador Luciano Montalvão debate masculinidade hegemônica, machosfera, misoginia e saúde mental masculina no programa ACCA Autonomia Feminina. A conversa reflete sobre violência de gênero, vulnerabilidade emocional, redes sociais e os impactos do patriarcado na vida dos homens, das mulheres e da sociedade.

Uma crônica intensa de Ana Saragossa sobre medo, memória e sobrevivência em Aragarças, atravessada pelas sombras dos aviões e pelas marcas silenciosas da violência histórica.

Conheça a trajetória de Thaís Moreira no ACCA Autonomia Feminina e como a moda circular, os brechós e a ocupação das cidades fortalecem a autonomia feminina, a sustentabilidade e a economia circular.

Existe uma violência silenciosa em tudo aquilo que a sociedade insiste em chamar de “normal”. Nesta crônica-poesia, Lorena Clavery escreve sobre maternidade atípica, cuidado, saúde mental e a urgência de redes de apoio para mães que vivem tentando sobreviver em meio à sobrecarga e ao abandono estrutural do cuidado.

Uma conversa profunda sobre arte, autonomia feminina, educação, teatro e resistência através da trajetória de Izabela Nascente e da Cia No Escuro, referência em teatro de formas animadas em Goiás.

Mais de 11 milhões de mães solo sustentam seus filhos sem rede de apoio. Mães atípicas enfrentam um sistema que as abandona. E 1.568 mulheres foram assassinadas em 2025 — a maioria delas, mães. Nesse Dia das Mães, a ACCA recusa a celebração vazia e nomeia o que o calendário não diz.

Ana Abraão é a prova de que a autonomia não tem idade nem ponto de partida fixo. Ao longo de décadas, atravessou cidades, desafios e reinvenções até transformar sua sensibilidade artística em criação e sustento. No programa ACCA Autonomia Feminina, sua história revela como a arte pode surgir da observação, da coragem e da necessidade de viver com sentido.
Após enfrentar um grave problema de saúde que afetou sua visão, Ana transforma a experiência em potência criativa e dá origem à coleção Superação, um marco de sua trajetória. Sua fala inspira mulheres a reconhecerem seus talentos, valorizarem seus saberes e iniciarem seus próprios caminhos, independentemente do momento da vida.

A partir da música “Fique Viva”, Damiana articula a realidade das mulheres indígenas no Brasil, revelando a violência estrutural que atravessa seus corpos e territórios. A crônica destaca a arte como ferramenta de resistência e sobrevivência diante de um cenário de apagamento e negação de direitos.

Alessandra Alcântara é uma jovem escritora que transforma dor, luto e vivências em literatura potente. Sua escrita, marcada pela escrevivência, revela como a palavra pode ser espaço de existência, cura e autonomia feminina. No ACCA Autonomia Feminina, sua trajetória mostra que escrever não é apenas criar: é ocupar, resistir e se afirmar no mundo.

Nesta crônica, Ana Carolina de Oliveira Marques parte de uma cena comum — uma ida ao hortifruti — para mostrar como discursos autoritários seguem presentes em espaços banais da vida social. A partir de referências como Clarice Lispector e Guernica, o texto articula memória política, Geografia e direitos humanos.

O episódio “Força Feminina: Artesã do Circo Social” apresenta a trajetória de Celuta Rodrigues, educadora e artista com mais de 30 anos de atuação no circo social em Goiânia. A conversa revela como a arte circense se torna ferramenta de transformação social, fortalecendo crianças em situação de vulnerabilidade, suas famílias — majoritariamente chefiadas por mulheres — e redes comunitárias. A partir de princípios da escuta, da pedagogia crítica e do trabalho coletivo, o circo social promove autonomia, cidadania, autoestima e proteção contra violências. O conteúdo também destaca os desafios de financiamento, gestão e continuidade de projetos culturais, além de apontar caminhos práticos para coletivos e organizações que desejam atuar com arte e educação em seus territórios.

Uma crônica sensível e poética sobre o tempo, o corpo e os silêncios que atravessam gerações de mulheres, revelando histórias que resistem mesmo quando não são ditas.

A jurista Alessandra Minadakis reflete sobre a importância da participação ativa das mulheres para a construção de uma democracia real. A partir de sua trajetória no campo jurídico, ela discute como o direito pode tanto reproduzir desigualdades quanto se tornar ferramenta de transformação social. Ao abordar experiências pessoais com violência de gênero, destaca a complexidade dessas vivências e a importância das redes de apoio. Sua atuação política e institucional reforça que a democracia se constrói coletivamente, com escuta, enfrentamento e presença feminina nos espaços de poder.