

A mulher envergada I por Weigma Michelly da Silva|Crônicas Feministas
Weigma Michelly da Silva escreve sobre o corpo que se curva ao trabalho e o gesto de alcançar a prateleira mais alta como resistência cotidiana.




Weigma Michelly da Silva escreve sobre o corpo que se curva ao trabalho e o gesto de alcançar a prateleira mais alta como resistência cotidiana.


Uma conversa com Nonô Noleto sobre feminismo, ditadura militar, memória, resistência e as mulheres invisibilizadas pela história do Brasil.


As Mulheres que Sustentam o Mundo em Silêncio | Crônicas Feministas | ACCA Crônicas Feministas · ACCA Carolina Gomes de Jesus Historiadora, pedagoga e geógrafa


Do Estúdio ao Blog
O psicanalista Leonel Cardoso fala sobre uma violência que quase nunca é nomeada: a que nasce no silêncio, na falta de escuta e no ato de tratar o outro como objeto. Uma reflexão sobre como a desumanização atravessa as relações e por que reconhecer a humanidade do outro é o primeiro passo para romper diferentes formas de violência.


Crônica literária de Ana Saragossa sobre memória, desaparecimento, resgate e as pessoas que se recusam a esquecer aqueles que ainda são procurados.


Lugar de Mulher: Ciência e Sindicalismo com Geovana Reis | ACCA Do Estúdio ao Blog • Ciência, Sindicalismo e Autonomia • ACCA Lugar de Mulher:


Crônica de Maianí Gontijo sobre a Alvorada Feminista em Goiânia e a urgência de aprovar o PL 896/2023, o PL da Misoginia, diante do avanço do feminicídio no estado.


Coragem e Política nas Imagens e Palavras com Jota Aguiar | ACCA Do Estúdio ao Blog • Comunicação, Memória e Autonomia • ACCA Coragem e


Quando dizem que votar e existir não é para nós, a resposta vem em traço e cor. Alice Xavier escreve sobre a arte como recusa ao silêncio e trincheira coletiva.


Atriz, educadora e coordenadora do coletivo Ominira, Gil Tobias faz da ancestralidade um ato de memória e transformação. Uma conversa sobre arte preta, letramento racial e a força de quem cria novos mundos.


Damiana Pereira de Sousa escreve sobre o silêncio diante da violência contra meninas indígenas e o desejo de vida que grita nele.
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Enfermeira que acompanhou o nascimento do SUS e criou cinco filhas, Neide Nascimento Silva se fez mulher enquanto Goiânia se fazia cidade. Uma conversa sobre coragem, cuidado e educação como caminhos de autonomia.
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O brasileiro passa mais de 5 horas por dia na tela. Somos o país mais deprimido da América Latina. E aí, senhora escola? Ana Carolina de Oliveira Marques escreve sobre tecnologia, sofrimento e a ação mais inteligente que viu numa escola nos últimos 5 anos.
Vem ler a crônica completa.


Do Estúdio ao Blog: a comida sempre foi um ato político. A geógrafa feminista Daisy Caetano fala de agroecologia, alimento sem veneno e de como o feminismo muda a própria ciência. Alimentar-se é resistir, ensinar é libertar. Vem ler a matéria completa.


Sou filha das pedras, do barro e do Rio Vermelho.
Na nova Crônica Feminista, Carolina Gomes de Jesus escreve sobre nascer mulher negra na Cidade de Goiás — entre a memória do rio, a resistência indígena silenciada e a herança de Cora Coralina e Leodegária de Jesus.
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Tem mulher que se faz inteira na poesia, no palco, no riso. A multiartista Thaíse Monteiro conta como vive da arte apesar da precarização e por que viver da arte também é um ato de justiça social. Vem ler a matéria completa.


Quando o poder tentou apagá-las, elas encontraram umas às outras. A escritora feminista Rosa Gonçalves fala sobre silenciamento, militância e a voz que rasga o véu. Leia a crônica completa.


Tem mulher que se faz no couro do tambor. A mestra Geovanna Castro fala de ancestralidade, do agir que confronta e da autonomia que só acontece em rede. Vem ler a matéria completa.


A escritora Ana Saragossa sobre nostalgia, aceleração e a tristeza silenciosa de perceber que a infância acreditava em progresso enquanto o mundo negociava tudo em nome do capital. Leia a crônica completa.


Ela enfrentou racismo, apagamentos e desafios, mas escolheu continuar de pé.
Conheça a história de Thainá Janaína e descubra como ancestralidade, arte e educação se tornaram ferramentas de resistência e autonomia feminina no novo Do Estúdio ao Blog da ACCA.


Crônica de Aline de Fátima Marques sobre Marlinda, mulher trabalhadora que enfrenta a sobrecarga doméstica e insiste no direito de estudar, sonhar e pertencer a si mesma.


Henrique Lopes analisa desejo, pulsão e violência na masculinidade. Um debate sobre reconhecer o ódio para não agir por ele — no Autonomia Feminina (ACCA).


O que explica o improvável? Alexandre Machado Rosa lê o resgate de Bruna Damaris em Ilhabela pela linguagem do mito, destino e força da mulher, entre ciência, mar e sobrevivência.
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O riso como ato político: Dalila (Mundiquinha) fala de palhaçaria feminina, circo social, maternidade e autonomia no Autonomia Feminina (ACCA).


Uma crônica feminista sobre mães, cuidado, saudade, violência econômica e a renda como condição para que mulheres possam escolher, sair e recomeçar.


O psicólogo e pesquisador Luciano Montalvão debate masculinidade hegemônica, machosfera, misoginia e saúde mental masculina no programa ACCA Autonomia Feminina. A conversa reflete sobre violência de gênero, vulnerabilidade emocional, redes sociais e os impactos do patriarcado na vida dos homens, das mulheres e da sociedade.


Uma crônica intensa de Ana Saragossa sobre medo, memória e sobrevivência em Aragarças, atravessada pelas sombras dos aviões e pelas marcas silenciosas da violência histórica.


Conheça a trajetória de Thaís Moreira no ACCA Autonomia Feminina e como a moda circular, os brechós e a ocupação das cidades fortalecem a autonomia feminina, a sustentabilidade e a economia circular.


Existe uma violência silenciosa em tudo aquilo que a sociedade insiste em chamar de “normal”. Nesta crônica-poesia, Lorena Clavery escreve sobre maternidade atípica, cuidado, saúde mental e a urgência de redes de apoio para mães que vivem tentando sobreviver em meio à sobrecarga e ao abandono estrutural do cuidado.


Uma conversa profunda sobre arte, autonomia feminina, educação, teatro e resistência através da trajetória de Izabela Nascente e da Cia No Escuro, referência em teatro de formas animadas em Goiás.