
o finário das coisas vivas é o murmúrio por aleana | Crônicas Feministas
Uma crônica sensível e poética sobre o tempo, o corpo e os silêncios que atravessam gerações de mulheres, revelando histórias que resistem mesmo quando não são ditas.

Uma crônica sensível e poética sobre o tempo, o corpo e os silêncios que atravessam gerações de mulheres, revelando histórias que resistem mesmo quando não são ditas.

A jurista Alessandra Minadakis reflete sobre a importância da participação ativa das mulheres para a construção de uma democracia real. A partir de sua trajetória no campo jurídico, ela discute como o direito pode tanto reproduzir desigualdades quanto se tornar ferramenta de transformação social. Ao abordar experiências pessoais com violência de gênero, destaca a complexidade dessas vivências e a importância das redes de apoio. Sua atuação política e institucional reforça que a democracia se constrói coletivamente, com escuta, enfrentamento e presença feminina nos espaços de poder.

Uma crônica sobre esgotamento, ruptura e a possibilidade de reconstruir a própria vida com autonomia, mesmo depois de décadas dedicadas a uma carreira.

Patrícia Vieira, produtora cultural com mais de 20 anos de atuação, compartilha sua trajetória no programa ACCA Autonomia Feminina, abordando produção cultural, feminismo, bastidores da arte e construção de projetos socioculturais.

“Somos Todas Rosas” é uma crônica que aborda a força feminina a partir da resistência cotidiana, da coletividade e do cuidado. Entre histórias de luta, organização social e acolhimento, o texto revela como mulheres seguem florescendo mesmo em contextos adversos, transformando dor em potência e silêncio em voz.

Com mais de trinta anos de trajetória artística, Nina Soldera compartilha sua experiência na música, no teatro e na produção cultural, refletindo sobre arte negra, militância e autonomia feminina no programa Autonomia Feminina da ACCA.

A partir do dado de 1.568 mulheres assassinadas em 2025, o texto transforma números em denúncia. A crônica expõe padrões do feminicídio no Brasil, como a violência dentro de casa e a falha das medidas protetivas, evidenciando a ausência de políticas públicas eficazes. Mais do que informar, o texto convoca à reflexão e à urgência de proteção real às mulheres.

No programa Autonomia Feminina da ACCA, a jornalista Teresa Cristina Costa fala sobre sua trajetória na comunicação, os desafios enfrentados por mulheres no jornalismo e a importância das redes de apoio para fortalecer a autonomia feminina.

Uma reflexão sensível sobre as marcas invisíveis que mulheres carregam e a potência silenciosa de recomeçar. Entre dor, resistência e reconstrução, a crônica revela a coragem cotidiana de seguir existindo.

A artista e pesquisadora Jéssica Hander compartilha sua trajetória no campo das artes e do empreendedorismo cultural. No programa Autonomia Feminina da ACCA, ela reflete sobre arte, identidade racial, afroempreendedorismo e os caminhos de autonomia para mulheres negras no cenário cultural brasileiro.

Nesta crônica ensaística, Alexandre Machado Rosa analisa a mitologia grega como estrutura simbólica do patriarcado. A partir de figuras como Zeus, Afrodite e Ariadne, o texto revela como o poder masculino foi narrado, legitimado e naturalizado desde as origens do imaginário ocidental, convidando o leitor a transformar leitura em responsabilidade histórica.

O artigo reúne reflexões sobre maternidade solo no Brasil a partir da participação de Michelle D’ Oliveira no programa Autonomia Feminina da ACCA. A conversa aborda desafios sociais, saúde mental, autoconhecimento, desigualdade de gênero e a importância de redes de apoio para mulheres que criam seus filhos sozinhas. O texto também discute a necessidade de desromantizar a maternidade e ampliar políticas públicas voltadas às mães solo.

“Os cabelos de Alzenira” é uma crônica de Aline de Fátima Marques sobre violência doméstica, manipulação, silêncio e resistência. Ao narrar a trajetória de uma mulher marcada por agressões desde a infância até a vida adulta, o texto revela como o patriarcado se sustenta não apenas em atos individuais de violência, mas em estruturas sociais que ensinam as mulheres a suportar. Publicada em 8 de março, a crônica transforma memória em posicionamento e afirma a resistência como gesto político.

Nesta crônica, Eguimar Felício Chaveiro narra a história de uma família atravessada pelo feminicídio da filha e reflete sobre como a violência contra mulheres está enraizada na formação histórica e cultural do Brasil. Entre amor, perda e memória, o texto interroga as origens estruturais do patriarcado e da brutalidade social, propondo que o desafio contemporâneo é fazer o amor existir depois da tragédia.

Uma conversa sobre climatério e menopausa com a Dra. Caroline (Carol) dos Anjos: sintomas, reposição hormonal, libido, saúde mental e autonomia.

Uma crônica-denúncia sobre como o corpo das mulheres é tratado como território disponível — e como o cuidado, a palavra e a denúncia podem romper a naturalização do feminicídio.

Conversa com Rafaela Paula Marciano no programa Autonomia Feminina, abordando a romantização da maternidade, a culpa estrutural, a sobrecarga emocional, as desigualdades sociais, a violência obstétrica e o direito ao autocuidado. A reflexão propõe compreender a maternidade como questão coletiva, de saúde pública e de autonomia feminina.

Crônica de Ottair sobre o fim das coisas, o tempo e a promessa de renascer entre um término e outro.

Uma mãe perdeu dois filhos e, mesmo em luto, virou alvo de perseguição e culpabilização pública. Esta nota denuncia a lógica patriarcal que tenta transformar a vítima em ré, nomeia a violência vicária e cobra responsabilidade ética da imprensa, da cultura e das plataformas digitais

Crônica feminista de Jade Klaser sobre mulheres que escolhem o próprio caminho, autonomia feminina e ruptura com o patriarcado.

O artigo discute o movimento como prática de autonomia feminina, saúde emocional e pertencimento ao próprio corpo. A partir da experiência de Renata Silva, personal trainer e doula, o texto aborda exercício físico sem culpa, sem padrões e como instrumento de liberdade e reconexão com o corpo em todas as fases da vida da mulher.

Nesta crônica, Jéssica Piani escreve a partir do Setor Rosa dos Ventos para refletir sobre território, memória e as mulheres que sustentam a vida onde o descanso nunca foi garantido. O texto atravessa luto, violência estrutural, cuidado e permanência feminina como formas políticas de existir. Ao narrar experiências familiares e coletivas, a crônica revela como a ausência do Estado, a morte administrada e a sobrecarga imposta às mulheres desenham geografias da dor — e também da resistência.
Crônicas Feministas é a coluna da ACCA dedicada à escrita de mulheres sobre corpo, território e autonomia.

Neste artigo, refletimos sobre os efeitos da alimentação industrializada na saúde das mulheres, abordando a relação entre nutrição, hormônios, ansiedade, sono, inflamação e autonomia. A partir da conversa com a nutricionista Laiza Carvalho, o texto apresenta a comida como gesto político, cuidado de si e ferramenta de liberdade.

Em “Consciência de colmeia”, Tarsilla Couto de Brito escreve sobre raiva, adoecimento, violência e submissão feminina, construindo um texto potente sobre a experiência coletiva das mulheres e a recusa à docilidade imposta.

O Brasil está envelhecendo e as mulheres são maioria entre a população idosa. Neste episódio do Autonomia Feminina, conversamos com a psicogerontóloga Rosely Vieira Cecílio sobre saúde mental, etarismo, envelhecimento ativo e autonomia feminina na maturidade. Um conteúdo essencial para refletir sobre políticas públicas, cuidado emocional e direitos das mulheres 60+.

Nesta crônica, Márcia Pelá escreve a cidade desde o corpo das mulheres. A partir da experiência cotidiana de caminhar, evitar, calcular e permanecer, o texto revela como o sexismo se materializa no espaço urbano por meio de rotinas, medos e limites invisíveis. Ao mesmo tempo, aponta a presença feminina como rasgadura: gesto político que reconfigura território, cria brechas e reinventa formas de existir.
Crônicas Feministas é um espaço editorial da ACCA para pensar corpo, cultura e autonomia a partir das mulheres.

Como construir autoestima sem terceirizar o corpo?
Neste artigo, Dra. Sabrina Dantas fala sobre imagem corporal, práticas científicas de cuidado acessíveis, estética como saúde pública e autonomia feminina.

Corpos fabricados, autonomias em disputa: violência digital no cotidiano | Crônicas Feministas | ACCA Crônicas Feministas · ACCA Ádila Eugenia Brindel adilaeugenia.geo@gmail.com Corpos fabricados, autonomias

Nesta edição do Do Estúdio ao Blog, a ACCA transforma em texto a conversa com Jéssica Piani, mãe de João Vicente, sobre luto perinatal, saúde mental e autonomia feminina. A matéria revela como a perda gestacional e neonatal ainda é socialmente invisibilizada e atravessada por culpa, silêncio e violência simbólica. A partir da experiência no Hospital Maternidade Dona Íris, Jéssica narra a criação da Certidão do Amor Eterno, o papel fundamental do SUS no acolhimento psicológico e a importância de reconhecer o luto como direito. Nomear a dor, aqui, é ato político e caminho de cuidado.

A saúde mental da mulher segue atravessada por sobrecarga, silenciamento e exigências históricas de cuidado. Nesta edição do Do Estúdio ao Blog, a psicoterapeuta e contoterapeuta Kellen Lima analisa como jornadas triplas, desconexão do corpo e medo da autonomia impactam profundamente a vida emocional das mulheres. A partir de sua trajetória clínica e de uma leitura feminista do cuidado, a conversa aborda adoecimento psíquico, contoterapia, coletividade e caminhos práticos para reconexão, autonomia emocional e transformação cotidiana.