
As Sombras dos Aviões por Ana Saragosa | Crônicas Feministas
Uma crônica intensa de Ana Saragossa sobre medo, memória e sobrevivência em Aragarças, atravessada pelas sombras dos aviões e pelas marcas silenciosas da violência histórica.

Uma crônica intensa de Ana Saragossa sobre medo, memória e sobrevivência em Aragarças, atravessada pelas sombras dos aviões e pelas marcas silenciosas da violência histórica.

Conheça a trajetória de Thaís Moreira no ACCA Autonomia Feminina e como a moda circular, os brechós e a ocupação das cidades fortalecem a autonomia feminina, a sustentabilidade e a economia circular.

Existe uma violência silenciosa em tudo aquilo que a sociedade insiste em chamar de “normal”. Nesta crônica-poesia, Lorena Clavery escreve sobre maternidade atípica, cuidado, saúde mental e a urgência de redes de apoio para mães que vivem tentando sobreviver em meio à sobrecarga e ao abandono estrutural do cuidado.

Uma conversa profunda sobre arte, autonomia feminina, educação, teatro e resistência através da trajetória de Izabela Nascente e da Cia No Escuro, referência em teatro de formas animadas em Goiás.

Mais de 11 milhões de mães solo sustentam seus filhos sem rede de apoio. Mães atípicas enfrentam um sistema que as abandona. E 1.568 mulheres foram assassinadas em 2025 — a maioria delas, mães. Nesse Dia das Mães, a ACCA recusa a celebração vazia e nomeia o que o calendário não diz.

Ana Abraão é a prova de que a autonomia não tem idade nem ponto de partida fixo. Ao longo de décadas, atravessou cidades, desafios e reinvenções até transformar sua sensibilidade artística em criação e sustento. No programa ACCA Autonomia Feminina, sua história revela como a arte pode surgir da observação, da coragem e da necessidade de viver com sentido.
Após enfrentar um grave problema de saúde que afetou sua visão, Ana transforma a experiência em potência criativa e dá origem à coleção Superação, um marco de sua trajetória. Sua fala inspira mulheres a reconhecerem seus talentos, valorizarem seus saberes e iniciarem seus próprios caminhos, independentemente do momento da vida.

A partir da música “Fique Viva”, Damiana articula a realidade das mulheres indígenas no Brasil, revelando a violência estrutural que atravessa seus corpos e territórios. A crônica destaca a arte como ferramenta de resistência e sobrevivência diante de um cenário de apagamento e negação de direitos.

Alessandra Alcântara é uma jovem escritora que transforma dor, luto e vivências em literatura potente. Sua escrita, marcada pela escrevivência, revela como a palavra pode ser espaço de existência, cura e autonomia feminina. No ACCA Autonomia Feminina, sua trajetória mostra que escrever não é apenas criar: é ocupar, resistir e se afirmar no mundo.

Nesta crônica, Ana Carolina de Oliveira Marques parte de uma cena comum — uma ida ao hortifruti — para mostrar como discursos autoritários seguem presentes em espaços banais da vida social. A partir de referências como Clarice Lispector e Guernica, o texto articula memória política, Geografia e direitos humanos.

O episódio “Força Feminina: Artesã do Circo Social” apresenta a trajetória de Celuta Rodrigues, educadora e artista com mais de 30 anos de atuação no circo social em Goiânia. A conversa revela como a arte circense se torna ferramenta de transformação social, fortalecendo crianças em situação de vulnerabilidade, suas famílias — majoritariamente chefiadas por mulheres — e redes comunitárias. A partir de princípios da escuta, da pedagogia crítica e do trabalho coletivo, o circo social promove autonomia, cidadania, autoestima e proteção contra violências. O conteúdo também destaca os desafios de financiamento, gestão e continuidade de projetos culturais, além de apontar caminhos práticos para coletivos e organizações que desejam atuar com arte e educação em seus territórios.

Uma crônica sensível e poética sobre o tempo, o corpo e os silêncios que atravessam gerações de mulheres, revelando histórias que resistem mesmo quando não são ditas.

A jurista Alessandra Minadakis reflete sobre a importância da participação ativa das mulheres para a construção de uma democracia real. A partir de sua trajetória no campo jurídico, ela discute como o direito pode tanto reproduzir desigualdades quanto se tornar ferramenta de transformação social. Ao abordar experiências pessoais com violência de gênero, destaca a complexidade dessas vivências e a importância das redes de apoio. Sua atuação política e institucional reforça que a democracia se constrói coletivamente, com escuta, enfrentamento e presença feminina nos espaços de poder.

Uma crônica sobre esgotamento, ruptura e a possibilidade de reconstruir a própria vida com autonomia, mesmo depois de décadas dedicadas a uma carreira.

Patrícia Vieira, produtora cultural com mais de 20 anos de atuação, compartilha sua trajetória no programa ACCA Autonomia Feminina, abordando produção cultural, feminismo, bastidores da arte e construção de projetos socioculturais.

“Somos Todas Rosas” é uma crônica que aborda a força feminina a partir da resistência cotidiana, da coletividade e do cuidado. Entre histórias de luta, organização social e acolhimento, o texto revela como mulheres seguem florescendo mesmo em contextos adversos, transformando dor em potência e silêncio em voz.

Com mais de trinta anos de trajetória artística, Nina Soldera compartilha sua experiência na música, no teatro e na produção cultural, refletindo sobre arte negra, militância e autonomia feminina no programa Autonomia Feminina da ACCA.

A partir do dado de 1.568 mulheres assassinadas em 2025, o texto transforma números em denúncia. A crônica expõe padrões do feminicídio no Brasil, como a violência dentro de casa e a falha das medidas protetivas, evidenciando a ausência de políticas públicas eficazes. Mais do que informar, o texto convoca à reflexão e à urgência de proteção real às mulheres.

No programa Autonomia Feminina da ACCA, a jornalista Teresa Cristina Costa fala sobre sua trajetória na comunicação, os desafios enfrentados por mulheres no jornalismo e a importância das redes de apoio para fortalecer a autonomia feminina.

Uma reflexão sensível sobre as marcas invisíveis que mulheres carregam e a potência silenciosa de recomeçar. Entre dor, resistência e reconstrução, a crônica revela a coragem cotidiana de seguir existindo.

A artista e pesquisadora Jéssica Hander compartilha sua trajetória no campo das artes e do empreendedorismo cultural. No programa Autonomia Feminina da ACCA, ela reflete sobre arte, identidade racial, afroempreendedorismo e os caminhos de autonomia para mulheres negras no cenário cultural brasileiro.

Nesta crônica ensaística, Alexandre Machado Rosa analisa a mitologia grega como estrutura simbólica do patriarcado. A partir de figuras como Zeus, Afrodite e Ariadne, o texto revela como o poder masculino foi narrado, legitimado e naturalizado desde as origens do imaginário ocidental, convidando o leitor a transformar leitura em responsabilidade histórica.

O artigo reúne reflexões sobre maternidade solo no Brasil a partir da participação de Michelle D’ Oliveira no programa Autonomia Feminina da ACCA. A conversa aborda desafios sociais, saúde mental, autoconhecimento, desigualdade de gênero e a importância de redes de apoio para mulheres que criam seus filhos sozinhas. O texto também discute a necessidade de desromantizar a maternidade e ampliar políticas públicas voltadas às mães solo.

“Os cabelos de Alzenira” é uma crônica de Aline de Fátima Marques sobre violência doméstica, manipulação, silêncio e resistência. Ao narrar a trajetória de uma mulher marcada por agressões desde a infância até a vida adulta, o texto revela como o patriarcado se sustenta não apenas em atos individuais de violência, mas em estruturas sociais que ensinam as mulheres a suportar. Publicada em 8 de março, a crônica transforma memória em posicionamento e afirma a resistência como gesto político.

Nesta crônica, Eguimar Felício Chaveiro narra a história de uma família atravessada pelo feminicídio da filha e reflete sobre como a violência contra mulheres está enraizada na formação histórica e cultural do Brasil. Entre amor, perda e memória, o texto interroga as origens estruturais do patriarcado e da brutalidade social, propondo que o desafio contemporâneo é fazer o amor existir depois da tragédia.

Uma conversa sobre climatério e menopausa com a Dra. Caroline (Carol) dos Anjos: sintomas, reposição hormonal, libido, saúde mental e autonomia.

Uma crônica-denúncia sobre como o corpo das mulheres é tratado como território disponível — e como o cuidado, a palavra e a denúncia podem romper a naturalização do feminicídio.

Conversa com Rafaela Paula Marciano no programa Autonomia Feminina, abordando a romantização da maternidade, a culpa estrutural, a sobrecarga emocional, as desigualdades sociais, a violência obstétrica e o direito ao autocuidado. A reflexão propõe compreender a maternidade como questão coletiva, de saúde pública e de autonomia feminina.

Crônica de Ottair sobre o fim das coisas, o tempo e a promessa de renascer entre um término e outro.

Uma mãe perdeu dois filhos e, mesmo em luto, virou alvo de perseguição e culpabilização pública. Esta nota denuncia a lógica patriarcal que tenta transformar a vítima em ré, nomeia a violência vicária e cobra responsabilidade ética da imprensa, da cultura e das plataformas digitais

Crônica feminista de Jade Klaser sobre mulheres que escolhem o próprio caminho, autonomia feminina e ruptura com o patriarcado.